Promovendo a paz em Manaus

A vereadora Vilma Queiroz quer o dia da paz em Manaus. Eu honestamente quero a PAZ em Manaus. O projeto  deve estar aqui no site dela através deste link , e a minha crítica e sugestão de projeto estão logo abaixo.

Acho medíocre um projeto assim. Por melhor que seja a intenção. Desculpe-me. Seja mais ousada, minha cara vereadora. Uma lei para instituir o dia da Paz em Manaus? Já temos o dia mundial da paz criado pelo Papa, tempos também o dia internacional da paz criado pela ONU. O que justifica empenho, movimentação de papéis, impressão, assinatura de projeto, desperdício de tempo e energia em discurso e outras coisitas mais em prol de uma lei dessa natureza? Pensemos grande, gente. Por amor à paz! Se seu interesse pela paz é legítimo, vereadora, promova um PUTA movimento de conscientização em um dos dias que já existem em prol da paz. Junte a galera do Pedala Manaus o povo do Pé Urbano, todas as igrejas e credos e movimente Manaus inteira. Lance a todos o desafio de não deixar um rastro de sujeira após a movimentação. Pode dar até repercussão mundial. Já imaginou? Movimento em prol da paz  ecologica e socialmente correto? Sem sujeira e sem desperdício de dinheiro público e com grande envolvimento da massa?

Agora, se seu interesse for, além do desejo de paz, a autêntica vontade de atuar enquanto vereadora, eis aqui minha humilde sugestão: elabore projetos que promovam a socialização da paz de forma mais objetiva e  que alcancem efeito a curto e longo prazo. Falta de paz é um problema social, portanto, você poderia começar pensando em um jeito de aprovar um projeto que torne possível, para começar, a criação de áreas de esporte e lazer em todos os bairros periféricos de Manaus e exigir policiamento e guarda diária para a manutenção da ordem nos locais. Áreas como o parque dos bilhares e Jeferson Peres, com o mesmo cuidado, mesmo interesse de beleza e funcionalidade deveriam ser obrigatórias nas periferias de Manaus. Sugiro até um nome para seu projeto: Projeto EU AMO MEU BAIRRO. (o efeito psicológico seria o ‘Eu amo meu bairro porque eu gosto do que tenho aqui.) Isso aumenta a autoestima das pessoas que moram em bairros distantes e mais pobres e os motiva a cuidarem mais do que é deles. Além disso esses espaços podem promover shows locais, comércio local e socialização pacífica se os devidos cuidados de policiamento forem tomados. Espaços como esses ensinam as pessoas a dedicarem tempo útil a suas vidas. Elas saem da rotina das quatro paredes, da companhia da TV e passam a dedicar tempo a esporte e lazer, além de outras coisas. As escolas se beneficiariam imensamente disso.

Enfim, não sugiro projeto de desarmamento porque desarmar o povo a gente sabe que é difícil, tirar arma da mão de bandido criado é tarefa árdua, porém eu acredito que se pode evitar que novos bandidos se criem através de políticas sociais que alcancem verdadeiramente as pequens células e espaços sociais. Família, escola, rua, bairro, cidade…

Isso não é pavulagem!

Suelen Viana

Saúde e paz!

Saúde é mesmo um grande bem. Um tesouro. Quando a temos, não nos sentimos aprisionados em nosso corpo. Podemos sair, correr, peladar, ficar em casa, dormir, passar o dia na cama por pura vontade de não fazer nada. Com saúde podemos escolher entre viver ou deixar a vida passar. Há quem escolha a segunda opição, mas esses logo que perderem um mínimo de saúde, lamentarão. Lamentarão o tanto de vida e energia desperdiçados em dias saudáveis quando tudo é perfeitamente possível. Estar saudável é como estar todos os dias recebendo caixinhas de presentes cheios de cupons de vale vida; vale o que você quiser. Apenas queira bem. Uma vida inteira cabe em um dia; mais ainda quando não se precisa lutar por saúde. Com saúde temos liberdade. Saúde física, saúde mental, saúde espiritual.

É bem verdade que com o avanço da ciência parece que fica impossível se dizer saudável. Para tudo se acha um problema. Mas isso é só porque tivemos nossa vaidade dilatada e passamos a dar muito peso a coisas pequenas que nem de longe nos deveriam causar imensar preocupação. Eu hoje quero celebrar a saúde das pessoas que amo. Quero agradecer pelo bem que isso me faz. Quando todos estão bem, eu estou bem também. Quero desejar que nossa saúde não seja desperdiçada em dias lametosos, quando tudo parece menos apreciável; quando tendemos a reclamar até da poeira que sobe com o vento. Uma dor aqui, uma encrenca alí, um trânsito engarrafado… Que nada disso nos tire o prazer de estamos saudáveis. Juntemos à nossa saúde o amor e a alegria. Sem amor e alegria nem com toda saúde do mundo desfrutaríamos do prazer de viver bem e de sentir paz e acolhimento. O amor nos dá saúde mental e nossa alegria é o que podemos dar de presente a quem mais amamos.

Meus desejos de melhoras e recuperação àqueles que precisam. A quem em leitos de hospitais esperam ansiosamente pela paz e liberdade que a saúde nos traz; pessoas com sofrimentos reais e que mesmo assim conseguem nos presentear com seus exemplos de fortaleza, esperança e desejo de viver. Pessoas que nos mostram o quanto é medíocre acordar e não abrir logo um sorriso. Espero que nossa saúde nos ensine também a doarmos um pouco de nosso tempo são àqueles que contam com a gente. Um simples abraço já devolve um pouco de vida.

A foto acima é da pequena Ana Luiza que lutou lindamente contra um cancer raro e que mesmo assim presenteava a todos que acompanharam seu caso com sua fortaleza, sorriso e valor a vida. Quando lhe faltou saúde o melhor de si não pereceu, o amor e a humildade. O mesmo amor que fez com que muitos se dedicassem a sua causa. Está em paz agora e com Deus.

Que o Senhor nos dê sabedoria, fortaleza, amor e humildade para enfrentarmos dias que poderão ser realmente difíceis, porque por hora não temos nada mesmo do que reclamar.

Viva a vida!

Saúde a todos!!

Tele English

Suelen Viana e Andreza Lago

O  Tele English já está no ar.  Você já pode acompanhar as primeiras aulas na TV UFAM canais 7 e 27. Mais uma ferramenta para ajudar quem quer a aprender inglês.

A apresentadora do programa é Andreza Lago; co-produtora, escritora, professora, treinadora de educadores, mãe, mulher e amiga. 🙂

A produtora e roteirista (um trabalho em conjunto com a Andreza) sou eu.

Acompanhe no site: www.teleenglish.edublogs.org

Ame sua língua! Exija seus direitos!

Declaração Universal dos Direitos Humanos entre línguas irmãs, mães!

Declaração Universal dos Direitos Humanos entre línguas irmãs, mães!

Viva o ser humano e as línguas que são livres, belas e boas!

O artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos em várias línguas neolatinas:

Latim:

Omnes homines liberi æqviqve dignitate atqve ivribvs nacsvntvr. Ratione conscientaqve præditi sunt et alii erga alios cvm fraternitate se gerere debent.

Aragonês:

Toz os sers umanos naxen libres y iguals en dinnidá y dreitos. Adotatos de razón y conzenzia, deben comportar-sen fraternalmén unos con atros.

Asturiano:

Tolos seres humanos nacen llibres y iguales en dignidá y drechos y, pola mor de la razón y la conciencia de so, han comportase hermaniblemente los unos colos otros.

Auvernês:

Ta la proussouna neisson lieura moé parira pà dïnessà mai dret. Son charjada de razou moé de cousiensà mai lhu fau arjî entremeî lha bei n’eime de freiressà.

Corsa:

Nascinu tutti l’omi libari è pari di dignità è di diritti. Pussedinu a raghjoni è a cuscenza è li tocca ad agiscia trà elli di modu fraternu.

Espanhol:

Todos los seres humanos nacen libres e iguales en dignidad y derechos y, dotados como están de razón y conciencia, deben comportarse fraternalmente los unos con los otros.

Catalão:

Tots els éssers humans neixen lliures i iguals en dignitat i en drets. Són dotats de raó i de consciència, i els cal mantenir-se entre ells amb esperit de fraternitat.

Francês:

Tous les êtres humains naissent libres et égaux en dignité et en droits. Ils sont doués de raison et de conscience et doivent agir les uns envers les autres dans un esprit de fraternité.

Friulano ou friuliano:

Ducj i oms a nassin libars e compagns come dignitât e derits. A an sintiment e cussience e bisugne che si tratin un culaltri come fradis.

Galego:

Tódolos seres humanos nacen libres e iguais en dignidade e dereitos e, dotados como están de razón e conciencia, débense comportar fraternalmente uns cos outros.

Italiano:

Ogni essere umano nasce libero ed eguale in dignità e diritto. È dotato di ragione e di coscienza e deve agire verso agli altri in spirito di fratellanza.

Leonês:

Tolos seres humanos nacen llibres y iguales en dinidá y dreitos y, dotaos comu tán de razon y conciencia, débense comportare los unos colos outros dientru d’un espíritu de fraternidá.

Occitano:

Totes los èssers umans naisson liures e egals en dignitat e en dreches. Són dotats de rason e de consciéncia e se devon comportar los unes amb los autres dins un esperit de fraternitat.

Picardo:

Tos lès-omes vinèt å monde lîbes èt égåls po çou qu’èst d’ leû dignité èt d’ leûs dreûts. Leû re°zon èt leû consyince elzî fe°t on d’vwér di s’kidûre inte di zèle come dès frès.

Português:

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Provençal:

Tóuti lis uman naisson libre. Soun egau pèr la digneta e li dre. An tóuti uno resoun e uno counsciènci. Se dèvon teni freirenau lis un ‘mé lis autre.

Romanche:

Tuots umans naschan libers ed eguals in dignità e drets. Els sun dotats cun intellet e conscienza e dessan agir tanter per in uin spiert da fraternità.

Romeno:

Toate fiinţele umane se nasc libere şi egale în demnitate şi în drepturi. Ele sunt înzestrate cu raţiune şi conştiinţă şi trebuie să se comporte unele faţă de altele în spirit de fraternitate.

Sardo:

Totu sos èsseres umanos naschint lìberos e eguales in dinnidade e in deretos. Issos tenent sa resone e sa cussèntzia e depent operare s’unu cun s’àteru cun ispìritu de fraternidade.

Valenciano:

Tos lès-omes vinèt-st-å monde lîbes, èt so-l’minme pîd po çou qu’ènn’èst d’leu dignité èt d’leus dreûts. I n’sont nin foû rêzon èt-z-ont-i leû consyince po zèls, çou qu’èlzès deût miner a s’kidûre onk’ po l’ôte tot come dès frés.

Festa literária Internacional de Paraty – FLIP

Para quem gosta de eventos literários agora em agosto, de 4 de agosto, quarta-feira
até domingo, 8, acontecerá o FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty que a oito anos vem se consolidando como uma referência em evento literário no Brasil e no exterior.

Para quem gosta de eventos literários agora em agosto, de 4 de agosto, quarta-feira até domingo, 8, acontecerá o FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty que a oito anos vem se consolidando como uma referência em evento literário no Brasil e no exterior. A FLIP este ano homenageia Gilberto Freyre, sociólogo, antropólogo, escritor e pintor brasileiro que tem entre suas principais obras Casa grande e Senzala.

Paraty é um município ao sul do Rio de Janeiro povoado desde 1533 e que foi também sede do mais importante porto exportador de ouro do Brasil colonial e que, por este mesmo motivo, além de uma geografia privilegiada com praias, oferece também, para os que gostam, um bom passeio pela hstória do Brasil com suas ruas e prédios antigos.

Paraty (do tupi Peixe branco) sedia agora em agosto um evento de dar gosto. Eu se pudesse iria, por muitos motivos. Se você pode, vá. Veja o site do evento, acompanhe o blog, siga no twitter e leia a programação. Fique por dentro!

Sharing is good!

Sharing is good!

Nowadays with this boom in virtual sharing of collective intelligence, when we have a bunch of virtual networks helping us spread the world our findings – which are rarely original and mostly an improvement or a better organization of others’ ideas (it is wise and recommended to recognize this), we can easily come across great ideas that are wisely shared in cyberspace, helping out collective intelligence grow bigger and responsibly.

This Friday at ICBEU I will be presenting, together with teacher Marisa, the most interesting things I could learn while participating in the congress in Buenos Aires. We will talk about two of them:

One about movie segments to assess and grammar goals, by teacher Claudio Azevedo from Casa Thomas Jefferson and another about The ABC´s of Wikis, by William Machado & Valeria Guerra from Uruguai.

Thank you for sharing, dear!!

News: ICBEU at ABS International

ABS international – Buenos Aires/Argentina

ABS international – Teaching Reading, by Suelen de Andrade Viana and Marisa Zuazo

ABS international – Teaching Reading, by Suelen de Andrade Viana and Marisa Zuazo

Thank you for coming here to get some inspiration. If you were in our presentation, thank you a lot. We are  making them available here the PPT we used and some links related (later on).  We  hope they will be useful.

1. ABS-Teaching Reading by Suelen Viana

2. ABS – Teaching Vocabulary by Marisa Zuazo

If you want activities for extensive reading, just send me an email (suavian@gmail.com) , or if you want to talk to Marisa Zuazo send an email to marisa.zuazo@gmail.com

See you in ABS International next year.

Talking to poets II

Talking to poets today presents my favorite poem by Goethe (in Englih, I am sorry. I don’t have it in the original form)

Não faz tempo, eu tinha 12 anos (risos), eu aprendi uma palavra que poderia definir o que eu também era. Por algum tempo achei que timidez fosse o meu caso, mas não era, era algo mais grave, era mesmo misantropia. Misantropia!! Essa é a palavra que depois me fez escreve-la em poemas que falavam de formigas, que para mim são doces representantes da minha misantropia (se não estiver aqui está em meu blog, depois procuro e mostro). Misantropia é a palavra que a minha amiga Juliana parece que adorou aprender comigo. Misantropia é meu estado quase patológico às vezes de afastamento do convívio social e de entrega total a mim mesma…Coisa de gente meio bicho.  Mas, nem sei porque estou escrevendo em português. Deveria estar escrevendo em alemão já que o poeta que trago hoje escrevia em tal língua. Poderia também escrever em francês em homenagem a Molière que também se dedicou ao tema do misantropo.

Talking to poets today presents my favorite poem by Goethe (in Englih, I am sorry. I don’t have it in the original form)

THE MISANTHROPE.

AT first awhile sits he,

With calm, unruffled brow;
His features then I see,
Distorted hideously,–

An owl’s they might be now.

What is it, askest thou?
Is’t love, or is’t ennui?

‘Tis both at once, I vow.

1767-9.

Bringing some intertextuality I also present one part of the play  “The misanthrope” (Le Misanthrope ou l’Atrabilaire amoureux) by Moilère, which is a very good piece of this play.

Act I

Scene I.—Philinte, Alceste.

Philinte. What is the matter? What ails you? Alceste (seated). Leave me, I pray. Philinte. But, once more, tell me what strange whim… Alceste. Leave me, I tell you, and get out of my sight. Philinte. But you might at least listen to people, without getting angry. Alceste. I choose to get angry, and I do not choose to listen. Philinte. I do not understand you in these abrupt moods, and although we are friends, I am the first… Alceste (rising quickly). I, your friend? Lay not that flattering unction to your soul. I have until now professed to be so; but after what I have just seen of you, I tell you candidly that I am such no longer; I have no wish to occupy a place in a corrupt heart.

Philinte. I am then very much to be blamed from your point of view, Alceste?

Alceste. To be blamed? You ought to die from very shame; there is no excuse for such behaviour, and every man of honour must be disgusted at it. I see you almost stifle a man with caresses, show him the most ardent affection, and overwhelm him with protestations, offers, and vows of friendship. Your ebullitions of tenderness know no bounds; and when I ask you who that man is, you can scarcely tell me his name; your feelings for him, the moment you have turned your back, suddenly cool; you speak of him most indifferently to me. Zounds! I call it unworthy, base, and infamous, so far to lower one’s self as to act contrary to one’s own feelings, and if, by some mischance, I had done such a thing, I should hang myself at once out of sheer vexation.

Não se preocupe, eu hoje não estou misantropa rsrs

Talking to poets

I do appreciate reading poems. I can read them in English, Spanish and of course my sweet and beloved mother language, Portuguese (in my case all varieties of it).  Today I was searching for some reading on American Culture and I came accross some poems by Emily Dickinson. I like them! But I have found my favorite. Here it goes:

XXVIII

Experiment to me
Is every one I meet.
If it contain a kernel?
The figure of a nut

Presents upon a tree,
Equally plausibly;
But meat within is requisite,
To squirrels and to me.

But, coming back to my search, I did find many useful sites about American culture. If you would want to have a look at them, here they are:

http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/explore/dgexplore.cfm?topic=all&collection=PicturingAmerica1497&col_id=190

http://www.youtube.com/watch?v=sLzo9pOXa-s&feature=related

http://xroads.virginia.edu/~hyper/hypertex.html

Any further reading?

CAMPBELL, Neil and Alasdair Kean, American Cultural Studies. An Introduction to American Culture, London and New York: Routledge. 2008.
AGNEW, Jean-Christophe and Roy Rosenzweig, eds., A Companion to Post-1945 America, Oxford: Blackwell Publishing Ltd, 2006. (selecção de textos)
RANGNO, Erik V. R., Contemporary American Literature, 1945-Present: American Literature in Its Historical, Cultural, and Social Contexts, (N.Y.: Facts on File, Inc., 2005)
HUTNER, Gordon, American Literature, American Culture, New York, Oxford: Oxford University Press, 1999. (selecção de textos)
SLOTKIN, Richard, Gunfighter Nation: The Myth of the Frontier in the Twentieth-Century America, New York: Atheneum, 1998.
Other bibliography and a list of films will be specified in the complete course description.

‘Nossa’ língua portuguesa!

Ainda sobre o acordo ortográfico… Aqui estão algumas regras básicas sobre o novo acordo. É só ler e por em prática. Minha opinião? Bom, unificar a gente sabe que não unifica; talvez atenda algumas necessidade e demandas comerciais, de mercado, mas é só! …

Ainda sobre o acordo ortográfico…

Aqui estão algumas regras básicas sobre o novo acordo. É só ler e por em prática. Minha opinião? Bom, unificar a gente sabe que não unifica;   talvez atenda a  algumas necessidade e demandas comerciais, de mercado, mas é só! … De qualquer forma, contra a força não há argumentos – ja dizia La Fontaine. É a língua de Estado, é de cima para baixo e quem não aprende se arrepende. 😉

HÍFEN

Não se usará mais: 1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em “antirreligioso”, “antissemita”, “contrarregra”, “infrassom”. Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, “hiper-“, “inter-” e “super-“- como em “hiper-requintado”, “inter-resistente” e “super-revista” 2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: “extraescolar”, “aeroespacial”, “autoestrada”

TREMA

Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados

ACENTO DIFERENCIAL

Não se usará mais para diferenciar: 1. “pára” (flexão do verbo parar) de “para” (preposição) 2. “péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo) 3. “pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”) 4. “pélo” (flexão do verbo pelar), “pêlo” (substantivo) e “pelo” (combinação da preposição com o artigo) 5. “pêra” (substantivo – fruta), “péra” (substantivo arcaico – pedra) e “pera” (preposição arcaica)

ALFABETO

Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras “k”, “w” e “y”

ACENTO CIRCUNFLEXO

Não se usará mais: 1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus derivados. A grafia correta será “creem”, “deem”, “leem” e “veem” 2. em palavras terminados em hiato “oo”, como “enjôo” ou “vôo” -que se tornam “enjoo” e “voo”

ACENTO AGUDO

Não se usará mais: 1. nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia” 2. nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca” 3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem

GRAFIA

No português lusitano: 1. desaparecerão o “c” e o “p” de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como “acção”, “acto”, “adopção”, “óptimo” -que se tornam “ação”, “ato”, “adoção” e “ótimo” Alfabeto O alfabeto da língua portuguesa passa a ter 26 letras, com a inclusão oficial do k, w e y. Acentuação As paroxítonas com ditongos abertos tônicos éi e ói, como “idéia” e “paranóico” perdem o acento agudo. Palavras como crêem, dêem, lêem e vêem também perderão o acento, assim como as paroxítonas com acento circunflexo no penúltimo o do hiato oo(s) (vôo, enjôo). Palavras homógrafas (com a mesma grafia, mas com pronúncia diferente) como pára, pêlo, pélo e pólo também não serão mais acentuadas. Paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo decrescente, como “feiúra” e “baiúca”, também não levarão acento. Palavras homógrafas (com a mesma grafia, mas com pronúncia diferente) como pára, pêlo, pélo e pólo também não serão mais acentuadas. Paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo decrescente, como “feiúra” e “baiúca”, também não levarão acento.

Entre pais, filhos e professores…

Cada um que é sabe das dores e das alegrias de ser pai e mãe. Ser mãe é tornar-se linda no sentido pleno desta palavra. É tornar-se mulher no sentido mais divino que essa palavra pode carregar; é assumir o compromisso diário de educar. Ser pai também é divino e lindo e tem uma dose tão pesada e dolorida quanto à da mãe no sacrifício diário de educar.

 

Educar pela conquista
Educar pela conquista

“Educação é conflito”, alguém já disse isso. Aos pais e às mães não cabe o direito de não querer educar, de evitar o conflito.

Cada dia eu estou mais convencida da desafiadora tarefa que recebem aqueles que se permitem a paternidade e a maternidade. Colocar um ser no mundo é assumir responsabilidades maiores para com o mundo e assumir de uma vez por todas que ser pai e mãe é também deixar de ser filho.

Aquela antiga dependência que ligava você a seus genitores deve acabar porque agora você desceu do topo de sua pirâmide familiar e passou a atuar na base de sustentação de sua própria pirâmide. Enquanto você estava lá no topo da pirâmide que seus pais construíram para você, você desfrutava do prazer da irresponsabilidade, do ir e vir tranqüilo, do dar as costas sem dizer por que, das longas viagens quase sem voltas, dos namoros relâmpagos, nas noites afora, ou simplesmente do colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranqüilo. Enquanto você é só filho você está dormindo em berço esplêndido.

Estar no topo da pirâmide é escolha sua. Estar lá e olhar para baixo também é escolha sua. Seus pais podem precisar de você, assim como você conta com eles para desfrutar da visão do topo. No entanto, como nos jogos de quadrado mágico, as posições podem mudar. Você pode sair do topo para então se tornar base de uma pirâmide. Daí então, você abdica de seu reino e passa a fazer parte da sustentação daquilo que deverá se constituir em uma família, em qualquer molde que o queira (dos mais tradicionais, aos blended modelos da modernidade). Você deixará de ser filho e seus pais deixarão de ser pais.

Cada um que é sabe das dores e das alegrias de ser pai e mãe. Ser mãe é tornar-se linda no sentido pleno desta palavra. É tornar-se mulher no sentido mais divino que essa palavra pode carregar; é assumir o compromisso diário de educar. Ser pai também é divino e lindo e tem uma dose tão pesada e dolorida quanto à da mãe no sacrifício diário de educar.

Voltemos então à questão da educação. Educar é dizer não e discutir razões. Educar é dizer sim e explicar concessões. Para as famílias em células esta é uma conquista diária e que deve ser realizada de mãos dadas. Para as famílias em bloco (as de pais separados, mortos, ou esquecidos) esta é também uma conquista diária, mas realizada individualmente (e é mais difícil trabalhar individualmente para conseguir os mesmos resultados). Para pais e mães separados educar os filhos é como passar manteiga no pão usando uma só mão. É possível, mas há de haver um esforço maior. É como quem, por acidente, perde um braço ou perna. Por muito tempo, alguns por toda a vida, sentem a falta do membro invisível porque o espaço que sobra é sempre notável. Mas como disse, é perfeitamente possível com um pouquinho mais de esforço e flexibilidade.

Na conflituosa tarefa de educar entram também participantes especiais. Eu sou um deles. Sei que atuo especialmente na educação de muitas crianças que chegam até mim através da escola. Faço questão de conhecer cada uma delas, os pais, suas histórias familiares; para de alguma forma atuar como educadora no pouco tempo que tenho com eles.

Tenho observado que muitos pais querem se comportar como filhos ainda depois de terem passado à base da pirâmide. Esses cometem crimes psicológicos com seus filhos às vezes. Entram em competição com os filhos ou deixam de notar coisas importantíssimas nas necessidades de seus filhos. Em contra partida, ha pais que assumem de fato tal tarefa e tentam agir com maturidade e sabedoria na educação de seus filhos.

Tentar se livrar da educação de seu filho colocando-o na escola por tempo integral, ou ainda colocando-o em um quarto com TV, DVD, vídeo game, computador, vai te acumular tarefas para o futuro, quando ele precisará do que hoje você não se permitiu dar a ele: seu tempo, amor, carinho, atenção e maturidade. Lembre-se de que uma pirâmide não se sustenta sem uma boa base.

Garantia de êxito ninguém tem, mas não se deve evitar a educação, formal e informal. Educação, você querendo ou não, vem de berço, vem de casa. O que o professor faz na escola é colaborar com o que você já tem feito em casa. Portanto, faça!