Apps ou jogos e brinquedos educacionais?

Fonte: qvlpm

Aplicativos educacionais

lista e resenha

apps educacionais ou jogos tradicionais?Antes de mais nada é preciso lembrar e levar muito a sério a indicação da comunidade pediátrica de que antes dos dois anos de idade a melhor forma de uma criança se desenvolver é através do contato e das interações humanas e com a natureza. Portanto se você estiver oferecendo celular ou tablete para seu bebê: pare, pondere, mude. Espere até os dois anos pelo menos. Depois dos três seria o ideal e ainda assim para não passar mais de uma hora por dia.

  1. BIMI BOO – esta marca oferece uma série de apps educacionais para crianças de 2 a 4 anos. Você pode adquirir das lojas apple, google play e ainda amazon.com . É compatível com todos os aparelhos e você baixa uma versão gratuita de cada jogo que vem com três a quatro jogos desbloqueados com outros tantos para desbloquear caso você decida comprar (em torno de 3 a 9 reais).
  2. STORY TOYS – essa tem os apps mais fofos do mundo também para crianças de 2+ anos de idade. Todos muito educacionais. Alguns precisam da presença dos pais para orientar os pequenos e interagir com eles, o que é bom. Vale a pena experimentar a versão gratuita. Você encontrar em todas as lojas ( apple, google play, amazon.com) e com preços de 9 reais. A minha filha adora A lagarta comilona.
  3. WOOW Inc. – jogos educativos para bebês. Esse eu só achei na apple. São muito bons também. Trabalham assim como os outros, as cores, combinações, memória, atenção…
  4. BINIBAMBINI – O mais pratico de todos. Com versão gratuita e paga bem completas para trabalhar números, cores, traços, desenhos… Apple e google play.

[expand title=”Um Pouco Mais”]Dentro de cada uma dessas marcas você vai encontrar um infinidade de jogos que podem ser interessantes para sua criança e apropriados para a idade dela. Só mantenha a calma e a dela para não criar um pequeno viciado que não vai sequer aprender a falar em tempo por conta da interação exagerada com as telas. Além disso, é uma ótima oportunidade para ensinar limites para esse tipo de atividade, estabelecendo hora e tempo de duração. Apenas pela manhã e por 30 min a 1 hora apenas. Ou 30 min pela manha mais 30 min a tarde.[/expand]

Jogos educacionais tradicionais

Lista e resenha

apps ou jogos educacionais?

Há uma série de atividades que podem ser feitas para entreter e educar seus pequenos longe das telas. Muitas delas você certamente já faz. Há exemplos disso em todas as mídias, facebook, Pinterest e instagram. Entre essas atividades fáceis e de baixo custo que podemos fazer, estão aquelas que podemos comprar prontas nas lojas. Brinquedos em madeira, em pano, jogos de família, quebra-cabeças, livros, muitos livros… O equilíbrio aqui é importante. Oferecer uma variedade para manter a criança ativa cognitiva e fisicamente. São desses que vou falar aqui. Vamos há alguns apenas.

  1. Jogo educativo vogais e animais Toysterpara crianças até 2 anos esse jogo é muito legal. Eu costumo, com esse tipo de jogo em peças, colocar manta magnética para possibilitar a montagem na porta da minha geladeira ou em quadro metálico. Funciona bem e é um ótimo passa tempo educativo. Como esse de vogais há o de números e muitos outros para essa idade e outras também da Toyster.
  2. Quebra-cabeças de Dino – super formar de brincar e aprender são os quebra cabeças. Aproveite que eles são sempre uma boa forma de passar tempo junto. Principalmente e dias de chuva.
  3. Forme os pares Cores, palavras e imagens – esse é ótimo porque já apresenta a palavra escrita para criança e pode ser usado mais tarde na fase de alfabetização.
  4. Torre inteligente – esse é feito em peças de madeira e ajuda a criança a desenvolver diversas habilidades, entre elas concentração e estratégias.
  5. Aramado montanha russa – esse brinquedo é o máximo. Eu demorei a entender o que ele tinha de educativo. Mas descobri que ele pode ser usado para trabalho cores, velocidade, quantidade, números e paciência.
  6. Dobble – esse é para toda família. Fique atento à indicação de idade porque ele fica mais difícil de acordo com a idade. Até 5 jogadores e trabalha memória, vocabulário e rapidez de raciocínio. Eu tenho um de animais e minha filha de 2 anos já consegue jogar conosco. O objetivo é encontrar a imagem em comum entre as cartas. Todas as cartas tem sempre uma imagem em comum. Eu amo!
  7. Vamos reciclar – para crianças de 6+. Porém, se for um jogo compartilhado, qualquer criança pode aprender com ele. É um jogo de cartas e seleção.
  8. Meu primeiro quebra-cabeças – esse aqui é adorável. Quebra-cabeças em madeira mdf. Eu também coloquei manta magnética para minha filha montar no quadro metálico. Ficou ótimo. Falando em quebra-cabeças a RIHappy é simplesmente demais nesse assunto. Vale o clique para averiguar.
  9. Livros de adesivos – são outra coisa fantástica para habilidades motoras e aprendizado de vocabulário. Eu gosto bastante desse aqui.

Fora isso existem é claro os mais caros e ainda assim fantásticos. Ótimos para dar de presente. Eu adoraria compra se pudesse 😆

Educado na China?

O que pode estar por detrás dos ótimos resultados de alunos chineses em exames internacionais?

Asian girl with fileA primeira vez que escutei algo sobre educação chinesa foi em 2013 e de lá pra cá sempre aparece um ou outro artigo falando sobre a facilidade com que alunos chineses parecem ter de superarem alunos de outras nacionalidades em exames internacionais.

De 2013 para cá, já houve quem rejeitasse e quem levasse esse assunto a sério. O fato é que não há ainda estudos suficientes que revelem o que está por detrás das tais aprovações- que estatisticamente ainda não são significativas, apenas mostram o que pode ser um diferencial.

O que estaria por detrás dessa possível eficiência do sistema educacional chinês? Alunos de mesma idade e nível escolar, chineses e britânicos consequem resultados bem distantes uns dos outros nos mesmos exames, com destaque para os alunos chineses que segundo consta conseguem resultados até 30% mais altos.

Eu tive um aluno chinês (de pais chineses) nas aulas de TOEFL em Manaus quando travalhava no Icbeu. Era uma época em que muitos jovens universitários estavam se preprarando para passar com boa aprovação nesse exame por conta do programa ciências sem fronteiras. Lembro-me como se fosse hoje aquele jovem adentrando o laboratório com seu pai e muito timidamente dizendo que precisava se preprarar para o exame. No dia seguinte ele apareceu no horário e com as leituras que eu havia deixado no LMS em dia.

Ele era o mais concentrado dos alunos. Fazia tudo no tempo certo e em extremo silêncio. Entrava, fazia os simulados, corrigíamos, ele recebia as leituras no LMS, voltava no dia seguinte e assim foi até que o curso estivesse concluido. Antes de ele ir embora eu pedi para que ele mandasse notícias do exame. Passado um tempo ele volta e me traz o resultado: 120 pontos. Nota máxima! Ele que estava sempre perguntando como estava indo; que queria sempre o mais preciso feedback sobre suas atividades escritas e orais porque se achava fraco; ele passou com nota máxima.

Por que lembrei disso? Porque um dos artigos que lí atribui o sucesso de alunos chineses a pais exigentes. Esse aluno que chegou com seu pai no primeiro dia fez-me logo ver que seu pai não estava alí achando que iria perder tempo. Ele sabia o que queria do filho e o filho sabia o que precisava dar a ele.

 

Além de atribuir o sucesso dos alunos a pais exigentes, algumas pesquisas atribuiram à metodologia usada majoritariamente na China, que seria expositiva e direta no dito ‘Chalk and Talk’. Sem muitos rodeios e até com atividades de memorização como há anos não se quer mais fazer no ocidente que vem seguindo a linha de aulas centradas no aluno e não no professor. Chegou-se inclusive a ponto de se desejar copiar o sistema chines em lugares como UK, por exemplo.

A maioria dos estudos realizados se baseiam em resultados de alunos nas áreas de matemática, mas as atenções se voltam também para o ensino linguístico em escolas bilingues.

Todo esse interesse e investigação na educação chinesa é importante para no mínimo nos fazer rever e reavaliar algumas práticas, além se perder o preconceito com outras. Talvez isso parta de um processo mental mais estruturado e diferenciado por diversos motivos (sitema lógico-linguistico, estrutura da sociedade, expectativa familiar…)

O ‘chalk and talk’ é um método antigo que pode permitir que se dê ao cérebro o tempo que ele precisa para processar informações que não devem e nem podem ser excessiva nesse método o que não é a realidade com o uso constante de novas tecnologias em sala de aula de cursos presenciais. 

Ao escrever, desenhar, graficar no quadro um professor (esse método maltrada o professor em sala mas tira dele o fardo de ter de preparar dezenas de elementos fora classe para serem apresentados e evaporados em segundos frente ao aluno; sobrando tempo para estudo da matéria a ser ensinada), bem, um professor se obriga a seguir uma sequência linear e ao mesmo tempo pontual de explanação.

O que as novas tecnologias nos permitem é fantástico mesmo em termos de velocidade, forma, aspecto visual e diversidade, mas talvez ela também nos ponha numa armadilha que chamo de ‘rolo compressor de informação‘. É possível mostrar e abordar muita coisa ao mesmo tempo e muito rapidamente. Aos alunos sobra o ‘foi muito rápido’ professor ou a impressão de que não se aprendeu nada. Então ele (o aluno) leva aquela zip class pra casa e tenta unzip em seus processos neurológicos-cognitivos; ou não, depende se ele realmente tiver se interessado pelo que viu.

No ‘giz e na conversa’ esse processo se dá ou dava-se ao mesmo tempo e junto com o professor, sobrando a curiosidade epistemológica para seguir em casa, para impor a prática repetitiva. Pelo que parece, as inteligências são multiplas, mas há de se pensar que talvez atingindo uma de uma vez as outras se agitem e entrem autônomas no processo de aprendizagem. Seria muito bom ver mais pesquisas sobre isso.

O que nos sobra é a desconfiança e a vontade de saber mais, de ver mais pesquisas sendo feitas e não só interessadas nos resultados de exames mas nos perfis do alunos (perfis socio-psicológicos) juntamente com a satisfação do trabalhador da educação e o modos operandi da sociedade chinesa e de nossa sociedade; para que não se crie e veicule o que pode ser apenas um mito.

Sobra também a certeza de que o equilíbrio entre essas diversas possibilidades – abordagens, metodologias e tecnicas – é a única garantia que temos por hora de estar fazendo alguma coisa certa.

Veremos!

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Bingo game with pictures

Hi! I made this short game to be used in my lessons as a warmup or a leadin. It can also be used as a wrap up.

Video

I also shared it as a video in my channel in Youtube. It’s different there, because there are no answers in the video.

Have a look in the PPT!

Picture anticipation game to reactivate vocabulary in English.

Download this PPT here: bingo

 

Thank you for the visit.

Sue

Sobre dar aulas e aprender com elas

Suelen Viana

16 de abril de 2015

Sobre dar aulas e aprender com elas

  

Desde os 17 que dou aula. Aos 14, aliás, eu já dava aula, mas de violão, ajudando a galerinha a dominar os acordes nas aulas de música do Tony Medeiro e do Léo em Parintins. Isso só porque eu tinha dedos longos e conseguia com facilidade realizar todos os acordes. Esse momento serviu para eu descobrir um caminho; não o de tocar (embora eu ame), mas o de ensinar. Com o passar do tempo, além de ensinar eu descobri que alí havia uma imensa porta aberta para o educar. De repente eu já não conseguiria mais separar educação de ensino. 

Ando sempre na descoberta de um novo caminhar nesse sentido. Depois disso estreei em sala de aula, aos 17 anos, como prof de língua portuguesa e literatura e logo em seguida como prof de inglês. Com o tempo entreguei-me a linguistica nas universidades e às tecnologias da educação um pouco mais tarde também nas universidades, com aula na pós graduação. Há pouco mudei para o Rio de Janeiro e antes de vir para cá eu estava me dedicando ao Gente Limpa, um trabalho voluntário para educação ambiental e manejo de lixo. Enfim, sou professora desde que descobri o lápis, eu acho.

Porém, eu jamais me havia aventurado na educação infantil; ramo do qual eu me havia esquivado totalmente e voluntariamente. Por quê? Porque sempre tive medo de crianças. Elas sempre foram para mim aqueles seres fofinhos, mas assustadores. A minha primeira tentativa foi com uma turma de 6 anos na Cultura Inglesa, em Manaus, que resultou num desastre com crianças correndo e gritando “eu sou um monstro”. A segunda foi no Yazigi em Florianópolis, onde de certa forma tive mais sucesso com os pequenos que pareciam gostar de minhas aulas; no entanto, esses pequenos já tinham quase 9 anos. Preciso dizer aqui que Cultura Inglesa e Yazigi de Florianópolis foram os lugares que mais me deram oportunidade de amadurecer e viver o despertar de muitas descobertas na minha vida de professora. Descobertas iniciadas bem antes, é verdade, mas cujas práticas precisavam acontecer mais conscienciosamente e isso começou por alí. 

Voltando ao assunto, para minha surpresa e pânico, aqui no Rio de Janeiro eu me vi diante do inevitável: a sala de aula infantil. Infantil mesmo, de 3 a 5 anos. Claro que eu quis sair correndo depois do primeiro mês de aula e ainda quero às vezes, mas outra coisa mais forte tem acontecido. Eu tenho amado a descoberta das crianças, da Suelen professora de crianças e da educação infantil como um todo. Quando voltei para Manaus eu comecei a trabalhar no Icbeu, cujas portas me foram abertas com muita alegria por meus colegas de trabalho que conhecia desde tempos de Cultura Inglesa e que haviam se tornado queridos amigos. No Icbeu eu descobri mais do mesmo. Descobri a parte cultural do ensino de inglês e do ensino em geral. Descobri que uma galeria de arte e um bom audirorio reservam grandes oportunidades de encontros e saberes. Foi alí que descobri também o novo mundo das tecnologias educacionais o qual até hoje me encanta. Se fosse preciso criar um comparativo eu diria que a saudosa Cultura Inglesa e o dinâmico Yazigi de Floripa serviram de berço para minha boa formação na prática educacional da língua inglesa e que o ICBEU em Manaus e a Universidade Federal foram meu debut na fase adulta e mais madura dessa formação de práticas educacionais. 

Do ICBEU-Manaus segui para o Ibeu-Rio, onde ainda estou. E é aqui que uma nova descoberta acontece e algo muito importante se confirma: é só mesmo com um caminhar atento que se ganha a virtude de aprender com o caminho. O caminho se torna um personagem real em nossas vidas. Quase que dialoga com a gente.  Para qualquer profissional o caminho sempre oferecerá pedras e espinhos, mas também oferecerá flores, água e para os mais sortudos, sombra refrescante. Os bastidores, a agitação de políticas internas de um ambiente de trabalho, os relacionamentos, a nossa postura dianteira de tudo isso serão cruciais ou não para seguirmos caminhando. Não há aquele lugar perfeito para trabalhar, às vezes ganha-se bem, mas há o outro lado; outras vezes há um super ambiente profissional mas no final o salário não paga as contas… De tudo isso eu aprendi que é preciso ter uma balança precisa onde tudo deverá ser pesado: os condicionadores internos, os externos e o mais importante: o nosso trabalho (não o nosso emprego). O nosso trabalho no sentido de o que temos feito. Se temos levado a sério nossa conduta profissional, se a estamos respeitando, se estamos nos realizando e se estamos aprendendo com isso. Enfrentar caras feias, puxões de orelha, julgamentos injustos ou salários risórios, não devem ser o suficiente para desviar nosso bem fazer quando somos profissionais e sabemos e respeitamos quem somos. Nossa ira e vontade de mudar o sistema não devem interferir na nossa construção profissional. Isso eu tenho aprendido. Felizmente, onde quer que eu tenha realizado meu trabalho, eu tenho aprendido sempre. Aprendi a dar um passo atrás para dar sempre dois alegres passos à frente. Além disso, tive a imensa felicidade de encontrar pessoas incríveis em todos os lugares onde estive, pessoas que mesmo sem saberem me ensinaram muito.

Pois bem, do Ibeu-Rio eu não sei exatamente onde meu caminho, esse meu parceiro constante me levará, mas o caminhar é certo; e por hora eu quero exercitar a minha doce curiosidade epistemológica de mãos dadas com esses pequenos de 3 e 5 anos. Em pouco tempo eles me ensinaram mais sobre a nossa sociedade, sobre mim, sobre quem somos do que meus livros. É por aí que segue meu caminhar com o despertar de um novo olhar para um caminho que segue e segue e segue…

O caminho aliás é compulsório, ele se revelará sempre a nossa frente, com seus ramais e bifurcações que serão de nossa responsabilidade escolher; o caminhar porém é mais frágil que o caminho e é preciso ser forte e estar atento para que ele não siga apenas a trilha de algum outro caminhante. 

To be walked…

PÓS-GRADUAÇÃO: O QUE É E POR QUE FAZER?

Importante saber!

PIRARUCU

Penso que a melhor maneira de começar a falar sobre a pós-graduação é o início; e esse início não é a pós, é a própria graduação. No Brasil há muitas instituições de ensino superior: universidades, centros universitários, faculdades, escolas superiores etc. Podemos fazer uma diferenciação básica entre elas: a universidade tem obrigação de fazer um tripé clássico: ensino, pesquisa e extensão. Ensino todas elas fazem, é claro. É a atividade mais básica na formação dos profissionais (médicos, odontólogos, professores, engenheiros etc), entende-se por extensão atividades que levem de alguma forma, benefícios da atividade universitária para a comunidade não universitária – sobretudo. Podemos citar como exemplo, um programa esportivo para cadeirantes ou cursos livres de música e línguas estrangeiras. A pesquisa pode ser vista como as atividades que geram conhecimento, onde efetivamente se pesquisa sobre determinado assunto e pode-se chegar a resultados científicos para além dos que já circulam na sociedade…

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Professor perde tempo demais com bagunça

A revista EXAME trouxe dia 25 deste mês um pequeno artigo sobre o trabalho do professor em sala de aula e o tempo real investido em educação e ensino. Evidentemente, o objetivo do artigo não era esclarecer qualquer diferença entre educação e ensino e muito menos discorrer sobre um ou outro do ponto de vista pedagógico. O artigo trouxe números interessantes que mostram o quanto da sala de aula no Brasil é investido em questões disciplinares.

Leia O professor perde tempo demais com bagunça no Brasil

Ainda devem entrar nas contas administrativas o tempo que muitos de nós perdemos em reuniões prolongadas e sem foco em aspectos práticos e na produção em sala e nos resultados. Muitas reuniões se perdem entre o que não se sabe ao certo ser workshop, palestra, show de marketing pessoal, lutas de ego e bla bla bla.

Nas contas de tempo mal utilizado em sala de aula, a bagunça e desrespeito dos alunos com o profissional a sua frente é ainda maior porque TODOS julgam ser tarefa do professor educá-los (os indisciplinados) para que se comportem apropriadamente em situações diferentes, em suas inci(si)pentes competências sociais.

Parece-me que a sociedade com todas as suas profissões transferiram, não à escola exatamente, mas principalmente ao professor a tarefa de educar filhos deseducados em casa, nas ruas, no sistema.

À escola foi dado todo dever de ensinar, educar e amar incondicionalmente. Foi tirado todo poder disciplinar e orientador. Porque tudo ofende a subjetividade humana. Não cabem advertências e nem punições ( à maneira escolar, claro), porque nosso dever é educar. Daí eu me questiono sobre o conceito brasileiro de educação. Em fim …a banda segue

Eu sou professora, amo ensinar e educar, mas lamento imensamente que muitos alunos que sei que poderiam ser brilhantes se percam por conta simplesmente dessa falta de parceria da sociedade com o trabalho do professor e falta de compromisso com o educando. Inteligência ética e competências sociais, por formas simples e autenticamente caseiras se apreendem sim entre os seus, entre os nossos, em casa, nas pequenas células sociais. Em sala de aula, o tempo que o professor passar com os alunos pode ser suficiente para atingir alguns poucos com as principais questões sobre comportamento ético e disciplinar, mas a criança ou o educando aprende mesmo com o meio, principalmente quando este põe em xeque todo saber escolarizado e acadêmico.

É isso!

The art of learning

Putting yourself into the challenge of learning new things brings a sweet feeling of butterflies in your stomach. More than that, it teaches you a lot about you yourself and life. It opens your eyes to a whole new world of possibilities. In my case, the world of colors, shades, traces, emotions, landscapes, shapes, patience and abstraction… In love with painting! The art itself and not necessarily my paintings which are just a small part of this new endeavor. I will never again look at a painting on the wall the way I used to. In fact this has being so since my first step into this in 2005.

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Postura correta, produtividade na certa!

Ainda se diz por aí que passamos a maior parte de nossos dias dormindo. Sem precisar recorrer a uma grande pesquisa feita por Harward, ou qualquer outra universidade, no entanto, podemos olhar ao redor e constatar que isso tem mudado. O número de nossas horas dormidas tem diminuido e os grandes concorrentes não são nossas horas de caminhada ou de práticas esportivas e de lazer. São as horas que passamos sentados. Olhe para você agora. Em que posição você se encontra? Não é sentado? Tudo bem. Se não é sentado, há algo que certamente se aplicará a todos nós; a mim que escrevo e a você que me lê. Você está de olho para uma tela. Seja no smartphone, no tablet, no pc, … Nós temos mantido boa parte de nosso tempo olhando para uma tela. Passamos horas de nossos dias dedicados a essa prática, a de olhar através da luz de uma tela.

Podemos fazer isso deitados ou ainda em pé, mas a verdade é que boa parte dessa prática moderna de olhar para um tela (grande ou minúscula) se faz sentado. Isso é um fato. Outro fato é que não costumamos cuidar de nossa postura enquanto fazemos isso e como resultado temos ao longo do tempo problemas de saúde que vem ganhando bons números nas estatísticas. Problemas na coluna que levam a uma vida limitada e improdutiva, de todas as formas.

No trabalho essa improdutividade é vista como uma certa incompetência ou preguiça. Muitos ganham fama de ‘adoentado’. Passar horas na frente do computador nos desliga até mesmo de nosso corpo e quando nos damos conta já não lembramos mais que somos de carne e osso. Enquanto estamos alí é como se estivéssemos literalmente nas núvens, só que sem o conforto a que a metáfora disso nos remete. Um postura incorreta nos traz de forma imediata as famosas queixas no trabalho que se estendem, claro, ao convívio do lar: as dores de cabeça, enxaquecas, dores na coluna, nos ombros, no rosto, nos joelhos, tonturas, náuseas, vista cansada e mente preguiçosa. Sem mencionar os gastos com médicos especialistas que não vão tratar da raiz do problema.

Em casa isso pode nos render desgaste nas relações familiares porque ninguém vai parar e considerar a possibilidade de as dores de cabeça e o cansaço crônicos se tratarem de dias mal sentados, ou mesmo de um bom e literal ‘mal olhado’. Digo, uma má postura para olhar nossas inseparáveis telas.

A longo prazo essa dedicação diária a posturas erradas ao sentar ou ao olhar para a tela de um computador ou de um dispositivo eletrônico nos traz as famosas hérnias de disco, as protusões cervicais, as cefaléias crônicas, problemas no nervo ciático, lordoses, escolioses, depressão e tristeza acarretados pelas consequências dessas moléstias que podem inclusive levar a uma demissão por falta e improdutividade.

Nas ecolas e nos escritórios passamos horas sentados ou lendo. Portanto, é bem importante que nas salas de aula e dos escritórios matenhamos nossa atenção à postura, afinal dor não é agradável a ninguém. Um simples alinhar do pescoço à coluna pode resultar em um final de dia menos cansativo porque com isso diminuímos a carga que nossos ombros carregam e que nossa coluna suporta ao longo de um dia. Outra simples medida é o sapato adequado e confortável que não irá sobrecarregar nossos pés e nossos nervos ligados à coluna.

Gerentes, administradores, coordenadores de escolas e professores devem além de cuidar de suas próprias posturas, promover educação postural em seus encontros para que isso reflita em seus ambientes de trabalho de forma positiva com menos pessoas doentes, menos queixas por problemas na coluna e mais produtividade.

Não que isso seja a solução para todos os nossos problemas, mas o fato é que isso é a solução para alguns problemas que nos trazem muitas dores e impaciência para realizar tarefas diversas, inclusive as que nos deveriam trazer prazer e alegria.

Abaixo estão algumas dicas importantes. Imprima e cole bem a sua frente e à vista de quem precisar desse lembrete.

1. Comece pelas pernas e pés. Além de alinhar as pernas é preciso ter um bom par de sapatos. Para as mulheres que não abrem mão dos saltos, eu sugiro que adotem uma sapatilha para usarem enquanto estiverem no trabalho. Hoje em dia é possível ser chique de sapatilhas, o mercado está cheio delas e para todos os gostos. Aos homens eu sugiro que liberem os pés dos sapados sempre que puderem para aliviar a pressão nos nervos dos pés.boa postura no trabalho

2. Alinhe o corpo inteiro. Se precisar programe um despertador para acorda-lo do transe da tela a cada meia hora para que você levante para fazer alongamentos e para que se sente novamente de forma alinhada. Aproveite para levantar e beber aquele necessário copo d’água. postura_trabalhopostura-ideal-em-frente-ao-computadorPosturaCorreta

3. Não esqueça de dar atenção especial à posição do pescoço. Uma boa dica é empurrar levemente o queixo para trás de forma que o pescoço se alinhe à coluna. Deixe o abdomem comprimido enquanto fizer isso. Faça isso pelo menos três vezes ao dia por um minuto.

Como sentar-se corretamente

4. Mesmo em momentos mais íntimos esse cuidado é possível e necessário. Atente! 🙂

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5. Mais uma vez lembre-se de fazer um bom alogamento. Depois de ir a um ortopedista e de ter exames de raio-x de sua coluna, visite um quiropraxista que esteja listado no site da associação brasileira de quiropraxia (deve haver um em sua cidade). A quiropraxia vai ajudá-lo a alinhar o que você não consegue alinhar sozinho. Além disso, o profissional fisioterapeuta pode ajudá-lo a manter os cuidados necessários com a coluna que já está traumatizada. Nunca deixe pessoas estalarem sua coluna que não um profissional.

Tenha um bom dia de trabalho, bons estudos, bom post, boa …

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Hora de levantar o olhar para fora da tela e alongar as pernas. Até logo!

O que você faz quando ninguém o vê fazendo?

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Hoje em dia VOCÊ é seu principal algoz. Cuidado com suas atitudes, com seus atos “falhos” e com as armadilhas do mundo digital. Eles podem lhe destruir em um piscar de olhos e num instante acabar com seus sonhos e virtudes e lhe transformarem em um monstro sem nome. Assim como o do Doutor Victor Frankenstein. O monstro existe, não se reconhece mal e nem sabe por que o querem tão mal; o que afinal há de errado com ele? As justificativas para suas atitudes estão todas no seu criador. Será perseguido e só sossegará com a morte daquilo que alimenta seus vícios, a morte de quem o criou. No seu caso, ou no nosso caso, nós somos criador e criatura e na sociedade que construímos tudo será vigiado e nada será perdoado. É verdade. Observe-se e você poderá diagnosticar se está seguindo para sua ruína ou para sua edificação segura ainda que abram as cortinas de seus espetáculos privados.

Pergunte a si mesmo pelo menos quatro perguntas básicas e importantes:

1- O que você faz quando ninguém o vê fazendo?
2 – Se alguém tivesse acesso a seu celular e computador e pudesse rastrear tudo o que você faz, que GRANDE mal isso lhe causaria?
3 – Você age com os seus do mesmo jeito que você age com os outros, os de fora?
4- Você anda julgando e condenando pessoas por atos que você mesmo faz, mas que julga fazer de forma segura?

Esse é o primeiro passo para você bater em sua própria porta, visitar-se, reencontrar-se e redescobrir-se são ou doente. Reflexão é a chave! Reflita!

Quer um exemplo muito prático? Para a primeira pergunta muitos diriam em tom de brincadeira: eu me masturbo. Fazer piada faz bem e o riso é bom para a musculatura do rosto. Porém, isso não é brincadeira. Se você só se masturba, parabéns. Você é absolutamente saudável. Mas, se você para fazer isso precisa acessar sites pornográfico que mostram imagens de menores fazendo sexo anal, oral, vaginal ou sendo estupradas; ou se vai além disso mantendo diálogos com menores no intuito de alimentar fantasias que logo o podem levar a concretização de atos condenados na sociedade, você está com problemas ou está no mínimo investindo tempo em algo que você mesmo condenaria em outro.

Se, você nos seus momentos a sóis consigo mesmo, sente necessidade de procurar perversão, prostitutas online, na rua, sexo promíscuo, você é perigoso para você mesmo e consequentemente para quem pode por ventura estar dormindo ao seu lado ou com você. O que você faz quando ninguém o vê fazendo? Você rouba? Cria perfis falsos na internet para se auto-promover? Vasculha a vida dos outros para saber se estão felizes ou infelizes e se estiverem felizes isso o deixa mal e deprimido? Acorde! Abra o olho! Você está a passos de entrar em um fria. Assista os noticiários.

O que seria de você se hoje alguém a quem você quer bem e para quem você quer passar a melhor imagem possível (ou se a polícia federal na pior das hipóteses) tivesse acesso livre a suas trocas de sms no celular, a seus emails, a sua lista de sites visitados, a mensagens que você troca em seus sites de relacionamentos (facebook, matchmakers…), às fotos que você tem guardadas em sua pasta de imagens? Como isso mudaria sua vida? Como isso afetaria seus relacionamentos?

Muitos já foram parar na delegacia e estão condenados por pedofilia e/ou roubo e tráfico quando se viram nesta situação. Achavam que estavam protegidos pelo véu da privacidade e da anonimidade, mas caíram em suas próprias armadilhas. Olho aberto. Hoje em dia as patologias psicosexuais e psicossociais são responsáveis pela ruína de muitos relacionamentos, empregos e, em pior caso, de vidas que acabam mesmo arruinadas em condenações legais. Muitos transtornos familiares começam na calada da noite quando muitos dormem e quando o silêncio é a única testemunha de mentes perigosas e doentes.

Reflita! Faça as perguntas certas e seja honesto com suas respostas, elas o podem salvar de você mesmo. Dizem alguns cristãos que a melhor oração é aquela que agradece pelo que somos capazes de fazer de bom e que além disso pede proteção a nós de nossos próprios atos. Ore: Senhor, proteja-me de mim mesmo. Amém! Pode ser que isso sirva para pelo menos mantê-lo alerta.

Se, porém, suas respostas honestas para as perguntas feitas lá no início resultaram em boas risadas, em descoberta de atitudes tranqüilas, ingênuas, saudáveis, românticas, meio aventureiras ou levemente irresponsáveis, mas absolutamente capazes de serem vislumbradas sem o levarem para a guilhotina pública; você pode dormir tranqüilo porque você tem direito a tudo isso em sua privacidade, no conforto de sua única companhia ou de quem mais você permitir. O que você não pode é estragar o resto de sua vida porque você não se respeitou e nem cuidou de você com o carinho e amor que só você pode se dar e merecer. Lembre-se de que a sociedade é o leão faminto e cego que corre solto lá fora.

Seja o que você é e exerça a sua liberdade sem por em risco seu direito de ir e vir. Quando você põe máscaras demais, sua imagem fica distorcida para você e para o outro. Confortável é se olhar no espelho e não se envergonhar daquilo que vê. Ame-se! Cresça e apareça! As máscaras que você usa podem cair um dia e o máximo de ruim que isso deveria causar é a vergonha natural de quem é flagrado nu. Só isso.

P.S. Por Suelen de Andrade Viana, muito reflexivamente, na calada da noite, enquanto todos dormem depois de assistir uma reportagem sobre um homem de 55 anos, pai de 2 filhos, casado, avô querido de 2 netos, dono de bons negócios, aparentemente saudável, ser preso e condenado por pedofilia porque aliciava menores e fazia sexo com meninas a quem ia buscar na porta da escola. Homem que guardava centenas de vídeos pornográficos de sexo com menores de idade. Até ontem ele era um cidadão comum e um vizinho tranquilo. Hoje sua máscara caiu e ele é só o marginal e doente que se permitiu ser. Infelizmente. O monstro cresceu dentro dele. Quando você não mata os monstros que cria, eles vem e te matam. Cuidado! A tua mente não pode te controlar! Você tem que ser capaz de se autocensurar. Isso não é castração. Isso é autoconhecimento e elevação espiritual e humana. É talvez um exercício de liberdade consciente.

Desafios do novo ‘ensinar’ – opinião

Escolas e professores e países que não se adaptam à novidade educacional, por menos romântico que isso possa parecer, representam atraso, perturbam e impedem a evolução natural de nosso ato de aprender e socializar saberes e aprendizado. É como hospitais e médicos que se recusam a inovar com as descobertas da ciência.

Não se trata do amor e nem da alegria em ensinar (isso de fato é até romântico e todo professor e ambiente escolar deve cultuar e ter desde sempre), trata-se mesmo de potencializar essa alegria e materializar esse amor de forma que toda cognição possa ser explorada e todo saber possa ser libertador. Entrar em uma sala de aula hoje em dia e encontrar professores rodeados por tecnologias e ferramentas sem conseguir utilizá-las é como entrar em uma fábrica de chocolate dos sonhos com mãos atadas e boca costurada. É inquietante! Dá vontade de reinventar a roda. Ou, mais objetivamente, encontrar alunos cuja única atividade feita com um tablete ou mesmo um computador em sala de aula é acessar um dicionário ou exercícios online orientado pelo professor é como encontrar alguém que só utiliza lápis para encher e colorir a bolsa. Melhor seria voltar para o quadro com giz, papel e caneta. Para que investir em mais do que isso? Se a escola dispõe de novidade, que se faça bom uso dela. Olha quanta oportunidade que não deve ser desperdiçada.

O sistema educacional hoje e seus autores não podem não trabalhar com exploração de letramento através de fotos, vídeos, sons, jogos, ensino on e off line (os chamados blended learning que ousarei traduzir aqui como aprendizado misto que permite hoje em dia o que há de mais interessante na relação homem-aprendizado-ferramenta virtual-homem).  O ensino misto permite acesso personalizado, rotativo e flexível à diversidade de alunos e conteúdos, além de serem ou terem o dever de serem democráticos, portanto merecem atenção especial do professor.

Quando um professor que trabalha em condições arcaicas em escolas escondidas nos rincões isolados e empobrecidos desse mundo não possui um email e revela não entender nada de internet, não há porque se tomar susto. A situação está absolutamentetecnologia-na-educacao_01 justificada. Como fazê-lo quando mal se pode ter voz para transmitir conhecimento. No entanto, o que dizer quando ouvimos isso de professores que trabalham em centros urbanos e estão rodeados de oportunidades para descobrir e aprender esse novo mundo e não o fazem? O que dizer de escolas que investem em inúmeras ferramentas educacionais, mas não investem em seu maior capital, o humano, o professor, de forma a capacita-lo para ser o melhor professor? Tudo acaba se refletindo no desencontro entre o mundo do aprendiz (que é vivo, dinâmico e conectado) e o mundo de quem ensina, desplugado. Inquietante e desmotivante para todos.

Os autores e atores desse novo mundo não podem não oferecer esforço suficiente para conectar de forma significante o que se lê nos conteúdos acadêmicos das escolas (geografia, linguas, química, arte…) e o que a vida oferece e exige de toda a gente. Todo aluno percebe uma aula mal preparada, um professor desatualizado e uma escola só de fachada. Todo professor gosta de ser bom. Então que seja o melhor!

Você é professor? Já tem um email? Sabe o que é letramento digital? Cidadania digital? Reconhece o que são redes sociais? Faz uso de alguma? Utiliza ferramentas de acesso extraclasse para continuação e manutenção de aprendizado? O máximo que você tem feito é esperar que alguém lhe diga o que fazer? Sua escola nunca treinou ninguém para lidar com as novas tecnologias do ensino, embora tenha muitas? Isso tudo parece muita coisa? De fato é muita coisa para deixar para depois. A melhor forma de começar é do princípio. O tempo passa rapidamente e se você ainda não está convencido de que as coisas mudaram, inscreva-se em um curso com bons professores e alunos um pouco mais jovens que você para ver como as coisas acontecem do lado daqui, do ponto de vista do mundo dos alunos. Professores não vão desaparecer, o que vai desaparecer é gente que não quer aprender a ensinar a aprender.

Somos eternos aprendizes. Precisamos sempre aprender a ensinar, ou apreender o novo para lidar com um objetivo bem tradicional em nossa profissão, o ensinar a aprender, a libertar a mente para curiosidades epistemológicas.

Motivational ABCs – The Success Mindset

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Dear Teacher/Love Teacher

Dear Teacher,

“Brain-based learning” and “brain research” are some of the current buzzwords that I am sure you hear a lot of, and possibly use yourself. I have been on the brain-based bandwagon for the last year, and I have to say that understanding the teacher-learning dichotomy and how the brain fits into it has helped me become a better teacher, and I have done a lot of research and reading to keep me on that path to better teaching.

One of the concepts that keeps coming up the more I read, research, and experience in my classroom is that of mindset. Our students need to have the mindset of success and achievement so that they can push themselves deeper and deeper into understanding what we are to teach them. This kind of mindset helps them continue on when learning becomes difficult. It helps them celebrate small successes, and this…

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