11 steps to teach English to kids with the books they have

Um livro de criança é sempre um mundo a explorar. A melhor forma de faze-lo é ter como objetivo simplesmente engajar as crianças em leituras ou contação de histórias que envolvam os livros que elas tem ao alcance de suas mãos, em casa ou na escola.

Dê uma volta na estante de livros com sua criança. Deixe-a escolher um livro.  Mesmo que não seja na língua alvo, a segunda língua que você quer ajudá-la a aprender. Lembre-se de que ela ainda não sabe ler. Explore, leia as figuras e conte você a história na língua que quer que ela aprenda.

Pre-reading

Um livro de criança é sempre um mundo a explorar. A melhor forma de faze-lo é ter como objetivo simplesmente engajar as crianças em leituras ou contação de histórias que envolvam os livros que elas tem ao alcance de suas mãos, em casa ou na escola.

Dê uma volta na estante de livros com sua criança. Deixe-a escolher um livro.  Mesmo que não seja na língua alvo, a segunda língua que você quer ajudá-la a aprender. Lembre-se de que ela ainda não sabe ler. Explore, leia as figuras e conte você a história na língua que quer que ela aprenda.

Pre-reading

  1. Choose the book WITH the children or just show up with a book in hands and say ‘Look! I have a book!’.
  2. Call the children’s attention to the picture on the cover of the book.
  3. Say the title aloud and let the children imagine what is coming.
  4. Give the book to the children. Let them touch it.
  5. Invite them to listen to the story. Make it a play time.
  6. If you feel they are ready. Tell the story, or read it aloud letting them see all the pictures in it.

While-Reading

  1. Find a comfortable position and place.
  2. Involve the children in each part of the story.
  3. Let them turn the pages (if one kid. If more put them in circle and turn it yourself).
  4. Play with the story as you tell or read.
  5. Ask questions to the children (even if they do not speak yet).
  6. Answer the questions yourself if they can’t.
  7. Read creatively.

After-reading

Give the children some of these opportunities to play and learn with the target language.

  1. Sound and image input
  2. Reality approximation
  3. Cognitive questions
  4. Recognition vocabulary
  5. Coloring
  6. Numbers
  7. Montessori activities (gross and fine motor skills)
  8. Letters
  9. Drawing (or drawing observation)
  10. Craft
  11. Screen time

Books about a dog (any kids’ book you like)

I suggest “Deixei o pum escapar, by Blandina Franco” in Portuguese. In English I suggest Clifford field’s day and Where’s Spot?, which are lovely books for kids. In French I used “Monsieur Maigre” , which is not about a dog, but mentions and pictures the BIG dog of Monsieur Maigre.

  • age 1 to 4
  • Click to enlarge the pictures. They are ready to save and print.
  • or download the presentation here

Sound and image input

Reality approximation

Cognitive questions

Recognition vocabulary

 

Coloring

Numbers

Montessori activities (gross and fine motor skills)

Letters

Drawing(or drawing observation)

Craft

Screen time

Além de tudo isso, que são atividades super rápidas, há também um mini book prontinho pra criança brincar aqui no @quemvailerpramim. clica aqui Ou vá até nossa página de downloads e veja outros.

 

 

 

This is it. Please let me know what you think.

Vozes da Selva: que bichos barulhentos!

Um passeio pelo Zoo

Olá! Este é um post super rapidinho. Na verdade é mesmo uma nota sobre uma coisa super legal que aconteceu nesse fim de semana passado quando fomos ao zoológico do Rio de Janeiro com nossa pequena que hoje está com 17 meses.

Um passeio pelo Zoo

Olá! Este é um post super rapidinho. Na verdade é mesmo uma nota sobre uma coisa super legal que aconteceu nesse fim de semana passado quando fomos ao zoológico do Rio de Janeiro com nossa pequena que hoje está com 17 meses.

O livro

No seu primeiro ano de idade ela ganhou um livro chamado Vozes da Selva de uma grande amiga, a Andreza Lago (que é escritora de livros de EFL com a série Tasks that work e Jogos divertidos para sua aula de inglês). O livro Vozes da Selva traz os sons dos animais da selva (um pouco misturados, é verdade) com imagens super realistas embora feitas para os olhos das crianças. No início ela, nossa pequena,  teve medo das imagens e dos sons. Depois começou a gostar. E então virou seu livro favorito. Nossas brincadeiras tem sido fazer o som e a mímica dos animais do livro. Coisa simples com a qual ela se diverte.  Para a nossa surpresa, quando estávamos no Zoo ela reconheceu os animais que via no livro e fazia a  mímica e o som enquanto os víamos. Não é demais isso?

Um bom presente

Sugiro que se estiver pensando em dar um livro de presente para um pequeno leitor, arrisque nesse livro. A  leitura das imagens e a experiência dos sons vai apresentá-lo a um mundo fantástico de descoberta de sons, cores e vida. ????

Plus

Para crianças bilíngues ou que estejam aprendendo outra língua, é super tranquilo fazer as mímicas ao mesmo tempo que se diz o nome dos animais na língua alvo. Não pense que ela vai sair falando logo logo. Ela vai internalizar primeiro, criar conexões e um dia desse, vupt, ela sai falando. Tente!

Mini-books free download

Há também um mini book Os sons do animais|Les sons d’animaux super prático para mãozinhas pequeninas brincadem de como faz o animal. Para cada figura uma mímica ou um grunido. Arte do @quemvailerpramim

🙂

É isso! Valeu, tia Andreza!

Julia e o desafio da lebre e a tartaruga

Julia e sua mamãe, Silvane, que é colaboradora deste blog e que futuramente virá com muitos posts sobre atividades montessorianas em casa, foram convidadas pelo Quem vai ler pra mim? a brincarem um pouco com a ideia sugerida no post da fábula “A lebre e a tartaruga“.Com criatividade da Silvane, parece que foi super fácil adaptar a ideia da fábula e levar a Júlia a brincar com seu imaginário infantil e desenvolver sua coordenação motora.

Julia e sua mamãe, Silvane, que é colaboradora deste blog e que futuramente virá com muitos posts sobre atividades montessorianas em casa, foram convidadas pelo Quem vai ler pra mim? a brincarem um pouco com a ideia sugerida no post da fábula “A lebre e a tartaruga“.

Com criatividade da Silvane, parece que foi super fácil adaptar a ideia da fábula e levar a Júlia a brincar com seu imaginário infantil e desenvolver sua coordenação motora.

A atividade

A ideia era que ela usasse uma pinça para pegar as cenourinhas, mas, como no mundo infantil a regra é se divertir, e é bem isso que se deseja mesmo, ela preferiu usar sua mãozinha para alimentar o coelhinho. Quantos likes isso merece? Muitos!!

E as tartarugas?

Mais sobre isso

Para saber mais sobre as atividades desenvolvidas por Silvane e sua filhota, material utilizado e objetivos, encontre-as no instagram e no canal do youtube aí em cima.

Parabéns, Silvane! É isso aí, Júlia! Continuem nos inspirando com suas ideias de atividades. Nós amamos!

Um grande abraço e desejo de boas leituras.

Fable: The Tortoise and The Hare to young learners

Most of us once in life read or been told a fable. When I was a child I heard some and then when I could finally read I read others. Fables are fabulous! They have  this power to draw pictures in our minds and feed our imaginary world. Have you ever considered using fables to invite your kids to learn much more than the moral of the story? Much more than simply the language you want them to speak? I have here some suggestions that may help you think about it and possibly put it in your next meeting with you little ones.

There once was a speedy hare who bragged about how fast he could run. Tired of hearing him boast, Slow and Steady, the tortoise, challenged him to a race. All the animals in the forest gathered to watch.

Hare ran down the road for a while and then and paused to rest. He looked back at Slow and Steady and cried out, “How do you expect to win this race when you are walking along at your slow, slow pace?”

Hare stretched himself out alongside the road and fell asleep, thinking, “There is plenty of time to relax.”

Slow and Steady walked and walked. He never, ever stopped until he came to the finish line.

The animals who were watching cheered so loudly for Tortoise, they woke up Hare.

Hare stretched and yawned and began to run again, but it was too late. Tortoise was over the line.

After that, Hare always reminded himself, “Don’t brag about your lightning pace, for Slow and Steady won the race!”

from storyarts.com

Ideas and suggestions

The ideas and suggestions below can be adapted to any target language. The goal is always to make reading something that connects significantly with the world of the children; with the things they can see, hear and touch. For a Portuguese language version click here.

Age: 3 to 6 years old. (Read and find out which applies better to your kid’s age)

Appeal: It’s a fable. There are animals as characters. It’s short. There’s humor. There is a twist.

Indoor activities

Vocabulary

  • Hangman: animals (tortoise and hare). Before telling or reading the fable with them, let them try to find out what two animals are in the fable by playing a hangman with the words tortoise and hare. This is not supposed to lead to competition.
  • Balloons on the floor: cut the letters of the word tortoise and hare and put them in a balloon. Tell the kids they will have to blow the balloon up and write the names of the animals in the fable by gathering the letters. To be done after reading.
  • Foam and fun: fill in a container with foam and put the letters of the alphabet inside it (letters in plastic, rubber or foam paper). Then let your kids play and find out the letters of the words tortoise and hare. Give them the time of a song or two to complete the task. OR You can also put the animals inside the foam. They first find the animal and then find the letters to make the name of the animal.
  • Shout the adjective: use the main adjectives used in the fable and their opposite (FASTxSLOW, SLEEPYxAWAKEN, NEARxFAR) to play games with the kids. Shout one adjective and let them run to the picture of a tortoise or a hare respectively (the pictures can be fixed on the floor or on the wall). OR  make 2 circles on the floor, put the picture of a tortoise in one and a hare in another and shout one adjective and let the kids run to the circle where they will find the animal with the opposite quality. They will have to shout it back when they arrive there (the opposite adjective).
  • Action verbs: explore the verbs run and walk. ALSO the modal CAN. Ask your kids: can you can fast? Let them ask others around.

Letters and sounds: the alphabet

  • Consonants T and H – use modeling clay to let your kids play of making letters. Give them a stick and the clay and a print with the letter you want them to make. They can also ‘sculpt’ the letter and put beside the picture of the animal (you should provide the picture).

Vowel O and E – give modeling clay to the kids and sing the letter you want them to build, sculpt, and write it slowly on the board or show it in a card. Let them take their time to do it. OR just follow the example in the picture.

Numbers

  • 1 to 4: print the picture of the animals and make a poster with them distributed in quantities of 1 to 4. Example: put 2 hares, 3 tortoises, 1 tortoise, 4 hares… Give sticks to the kids and let them place the right amount of sticks accordingly to how many animals they see.
  • legs: ask them how many animals with 2 legs they know. How many animals with 4 legs? They will have fun trying to figure it out. Give them some rubber animals, those usually found in department store and help them count their legs. Make sure you have at least a rooster or a bird among them.

Colors

  • warm colors and cold colors: which animal in the illustration has a cold color? Which has a warm one? Let your kids know about the color wheel. Put a cold picture and a hot picture on the floor and invite them to place their crayons in the right picture according to their colors. OR give them a colored picture of the animals and a version to be colored. Let them color the animals.
  • Color and cut: just give them the chance to color and cut the activity in the picture taken from here.

Drawings and shapes

  • Guess the drawing: surprise your kids with your drawing talent. Let them do the same. Click here to follow a model. Or here. It’s great to be done as a pre-reading or listening to the story.

Curiosities

  • animal vs animal: are rabbits and hare the same thing? (click here to find it out). What about turtle and tortoise? Find it here. Let your kids guess and help them find out the answer. They will be surprised.

Biology

  • mammals vs reptiles: what are tortoise and hare? Ask them if they know the difference between mammals and reptiles. Give modeling clay to your kids so they can ‘sculpt’ their favorite mammals and reptiles. OR put as many rubber animals on the floor as you can, put the kids in a circle around it and ask them to pick the mammals and the reptiles. After that they play with the modeling clay to make their favorite animals.

Geography

  • home sweet home: where do hares live? and tortoises and turtles? What other animals can you find there where they live? Let your kids tell you what they know.

Outdoors

  • My reality: get your kids to visit the zoo and find other slow and fast animals.
  • Tell me who? : invite your kids to ask relatives at home or people at school if they have already touched, seen or even eaten a tortoise or a hare. OR ask them to question friends “can you run faster than me? Prove it!” . You know what they’re going to do to find it out ????

On the big screen

  • After telling the story (you can learn how to tell it here) and do some while and post activities with your kids, you can always ask them if they want to see a video of it. There is a good one here. Ask them what other animals they could see.

Beyond the walls

  • It came true: take your kids to the zoo and ask them to find other animal that are slow or fast like the hare and the tortoise.
  • craft: you can also use the outside of the school to make the craft in the pictures with the kids. You can find the steps here.

 From old times: to run and laugh

  • *The blind hare (or cabra cega in Brazil): a group of kids (minimum 4) gives hands and forms a circle.The blind hare (any of the kids) is chosen and will be in the center of the circle. The one chosen to be the blind hare is blindfolded and one person will turn him or her 25 times. Yes he/she will be a bit dizzy. The function of the blind hare is to get a person from the circle, that will be always in movement, and say his or her name. Remember that at no time can the circle kids drop their hands. The person touched by the blind hare has to let the blind hare touch his/her face, arms and legs. If the blind hare misses the name of the person, the game continues with the same person as the hare. Whoever is caught and told the name is the new blind hare.
*Adapted from Brazilian circle time games in the blog jogos e brincadeiras

Fables…

Anytime you tell or read a story to the kids, remember you should have some pre, while and post-steps. Things to do or say before telling the story so they get motivated to listen or read it; things to do or say while telling the story so they can show they are connecting to it; and things to do or say after telling the story, so they can have some fun. I will talk more about this in a next post.

Incredible sites and works that will help you use FABLES to teach young learners.

This is it! Read to and with your kids.

Fábula: a lebre e a tartaruga

Fábulas e brincadeiras

*Ideias e sugestões
*as ideias e sugestões abaixo podem ser adaptadas para qualquer língua alvo. O objetivo é sempre fazer da leitura algo que se conecta significativamente com o mundo da criança. Com as coisas que ela pode ver, ouvir e tocar. Para versão em inglês clique aqui.

Fábulas e brincadeiras

*Ideias e sugestões
*as ideias e sugestões abaixo podem ser adaptadas para qualquer língua alvo. O objetivo é sempre fazer da leitura algo que se conecta significativamente com o mundo da criança. Com as coisas que ela pode ver, ouvir e tocar. Para versão em inglês clique aqui.

Idade: 3 a 6 anos

Apelo: fábula. Animais como personagens. Fantasia e reviravolta. Humor.

Para dentro de sala

Vocabulário:

  • substantivo comum (animais: lebre e tartaruga) – faça um jogo de forca com as palavras antes de contar a fábula. Diga apenas que são animais. Para crianças alfabetizadas. OU encha um balão com as letras de uma palavra (lebre) separadas e outro balão com as letras da outra palavra (tartaruga). As crianças tem de correr estourar o balão, formar as palavras e pegare a figura correspondente. Se tiverem se alfabetizando, entre na brincadeira com elas. AINDA, encha uma bacia com espuma e jogue letrinhas de plástico ou EVA lá dentro. Deixe a criança se divertir tentando achar as letrinhas.
  • adjetivos comparativos opostos (rápido-lento, longe-perto, sonolento-esperto) – Cante uma palavra bem alto e peça para as crianças correrem para o círculo onde está o animal com a característica cantada OU cante uma palavra e as crianças devem cantar o oposto da palavra e correr para o círculo onde está o animal ou a figura com a característica oposta.

Letras e sons: consoantes L e T ; vogais A e E. Leve massinha de modelar com palitinhos (sem pontas) para as crianças. Peça para elas desenharem as letras e colocarem as figuras dos animais ao lado delas. OU peça para elas apenas formarem as letras. OU AINDA você pode fazer como sugerem as atividades nas imagens aqui no pinterest e aqui

Número: 2(dois animais) e 4 (quatro patas) – pergunte para as crianças que animais com 2 patas elas conhecem e que animais com 4 patas. Elas tem de ser rápidas. Peça para elas colorirem os seus favoritos. Faça um poster com a imagem de animais com duas e quatro patas. Dê à criança palitinhos de picolé para ela colocar a quantidade certa de palitinhos ao lado dos animais. (animais bípedes aqui)

Cores: cores quentes x cores frias: a cor dos animais (tartaruga – verdes claro e escuro; lebre-marrons claro e escuro). Descubra mais e explore essa ideia com seus pequenos aqui. Faça dois círculos no chão e ponha o desenho de um floco de neve num e de uma fogueira noutro. Distribua miniatura de animais dessas que vendem em lojas de departamentos e brinquedos. Peça para as crianças colocarem os animais nos círculos de acordo com suas cores; OU cante o nome de um animal e peça para as crianças correrem para o círculo onde o animal deve estar de acordo com sua cor. PARA OS BEM PEQUENINOS dê a imagem dos animais com suas cópias para colorir em outro papel. Deixe-as colorir igual à imagem colorida.

Desenhos e formas:  aprenda desenhar a lebre e a tartaruga e surpreenda seus pequenos. Faça um jogo do adivinha que bicho é.

Curiosidade: lebres não são coelhos. Pesquise a diferença com seus pequenos aqui na britannica online..

Ciência: mamíferos (lebres e coelhos) versus répteis (tartarugas). Distribua massinhas de modelar e peça para as crianças esculpirem seus mamíferos e répteis favoritos.

Geografia: onde vivem as tartarugas? E as lebres? Convide os pequenos a darem seus palpites e fazerem uma pesquisa rápida para ver se estavam certos.

Para além dos muros

Realize: faça um passeio ao zoológico para encontrar esses animais. Convide as crianças a perguntarem a seus próximos (na escola, no zoo ou em casa) quem já viu de perto, tocou ou comeu uma lebre ou uma tartaruga.

Artesanato-craft: tartarugas com garrafas pet  para fazer no quintal de casa com os pequenos, ou no parque (pátio) da escola ou na área livre do condomínio. Fazer e expor. Ou ainda, faça como na figura ao lado.

Como nos velhos tempos: para liberar de vez a energia da criançada

Brincar de *CABRA CEGA (que nesse caso será A LEBRE CEGA)

a lebre cega
brincadeira de roda “a lebre cega”

Um grupo dá as mãos e forma uma roda. Escolhe-se a A LEBRE CEGA, que ficará no centro da roda. A A LEBRE CEGA tem seus olhos vendados e uma pessoa a rodará 25 vezes, fazendo com que ela fique zonza. A função da LEBRE CEGA é pegar uma pessoa da roda, que estará em movimento, e dizer seu nome.
Lembrando que em nenhum momento os componentes da roda podem soltar as mãos. A pessoa que foi tocada pela LEBRE CEGA é obrigada a deixar que a A LEBRE CEGA apalpe seu corpo todo. Se a LEBRE CEGA errar o nome da pessoa, continua a brincadeira. Quem for descoberto, é a nova LEBRE CEGA.

*adaptado do blog jogos e brincadeiras

A fábula

A lebre e a tartaruga

A Lebre e a Tartaruga é uma fábula atribuída a Esopo e recontada por Jean de La Fontaine.

Certo dia, a lebre que era muito convencida, desafiou a tartaruga para uma corrida, argumentando que ela era mais rápida e que a tartaruga nunca a venceria. A tartaruga começou a treinar enquanto a lebre esperava e não fazia nada. Chegou o dia da corrida. A lebre e a tartaruga colocaram-se nos seus lugares e, após o sinal, partiram. A tartaruga estava correndo o mais rápido que conseguia, mas rapidamente foi ultrapassada pela lebre, que percebendo já estar a uma longa distância da sua concorrente, deitou-se e dormiu. Enquanto a lebre dormia, não se dava conta que a tartaruga se ia aproximando mais rapidamente da linha de chegada. Quando acordou, a lebre, horrorizada, viu que a tartaruga estava muito perto de ganhar a corrida. Assim, a lebre começou a correr o mais depressa que pode, tentando, a todo o custo ultrapassar a tartaruga. Mas não conseguiu. Quem ganhou a corrida? Qual a moral da história?

É isso! Leia para seus pequenos. Ler é muito mais que um piscar d’olhos!
Quem vai ler pra mim?

A dona aranha: para cantar e contar

Idade: 4-5 anos

A dona aranha – A historinha

itsy-bitsy-spider-circle-1“Era uma vez uma aranha que queria subir no alto de uma casa bem grande. Ela olhou para cima e viu que conseguiria se fosse bem rápida com suas perninhas. Então ela começou a subir, subir, subir… De repente ela ouviu um barulho vindo do céu. “O que será isso?” Pensou a aranha. Mas logo ela viu que vinha uma chuva bem forte e quando a chuva chegou, ela caiu – despencou de lá de cima. A dona aranha olhou para o chão onde estava e olhou novamente para o muro da casa. Ela estava determinada a chegar lá em cima e não era a chuva que a iria impedir. Ela ia esperar a chuva passar. Esperou, esperou…e foi então que a chuva passou; o sol surgiu brilhante e ela teimosa que era voltou a subir, subir, subir…Você acha que ela conseguiu chegar lá em cima?”

Idade: 4-5 anos

A dona aranha – A historinha

itsy-bitsy-spider-circle-1“Era uma vez uma aranha que queria subir no alto de uma casa bem grande. Ela olhou para cima e viu que conseguiria se fosse bem rápida com suas perninhas. Então ela começou a subir, subir, subir… De repente ela ouviu um barulho vindo do céu. “O que será isso?” Pensou a aranha. Mas logo ela viu que vinha uma chuva bem forte e quando a chuva chegou, ela caiu – despencou de lá de cima. A dona aranha olhou para o chão onde estava e olhou novamente para o muro da casa. Ela estava determinada a chegar lá em cima e não era a chuva que a iria impedir. Ela ia esperar a chuva passar. Esperou, esperou…e foi então que a chuva passou; o sol surgiu brilhante e ela teimosa que era voltou a subir, subir, subir…Você acha que ela conseguiu chegar lá em cima?”


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Atividades sequenciais – follow up activities

Material para imprimir

  1. PPT para apresentação em sala de aula
  2. Circle activity
  3. Coloring
  4. Craft
  1. Colorir a historinha e contar para alguém em casa.
  2. Usar massinha de modelar para criarem suas aranhas e fazerem uma exposição onde darão nomes e as poderão descrever com cores e tamanho.
  3. Para quem tem mais tempo com a criançada dá pra entrar na onda do maker movement e deixar seus aluninhos construírem a historinha com massinha de modelar. Mais sobre o maker movement e efl aqui
  4. Fazer uma aranha em papel cartão e brincar de ‘onde está a aranha?’ ’em cima, embaixo’ com ela (on-under) – atividade em pares.
  5. Usar a dona-aranha de feltro como batata quente para responder perguntas sobre cores, números, vocabulário …
  6. Dança da cadeira com a dona-aranha. Colocar a dona-aranha em uma das cadeiras da dança e quem sentar nessa cadeira quando a música parar deverá responder uma pergunta. Nesse jogo ninguém perde porque mesmo que a criança não saiba responder ele terá o direito de pedir help e deixar quem sabe ajudá-lo.
  7. Atividade auditiva 1-listening activity: a criança recebe um quadro com os elementos da história (aranha, casa, chuva, sol e outros que não estão na história) e deve circular apenas aqueles que ouvirem você dizer.
  8. Atividade auditiva 2 – listening activity :On or under? – os alunos recebem uma grade com imagens da a aranha em cima ou embaixo de diversos objetos já conhecidos por eles e eles devem circular ou colorir apenas o que você pedir.

*Ted Talks sobre story telling aqui * Story telling in the classroom aqui

The Elephant in the Classroom

Público alvo: 6-8 anos | simulacão | story buildingHey!

Forget about the legendary elephant in the classroom. Aquele que não servia para nada a não ser ocupar espaço e atrapalhar a gente. Já pensou em trazer um convidado inusitado e imaginário para a sala e se divertir com seus pequenos? Se não, vale a pena arriscar. Eu levei um pink elephant. Deixa eu contar.

Público alvo: 6-8 anos | simulacão | story building

Hey!

Forget about the legendary elephant in the classroom. Aquele que não servia para nada a não ser ocupar espaço e atrapalhar a gente. Já pensou em trazer um convidado inusitado e imaginário para a sala e se divertir com seus pequenos? Se não, vale a pena arriscar. Eu levei um pink elephant. Deixa eu contar.

Meu primeiro contato com storytelling, nesse caso mais uma story building, para pequenos em sala de aula foi com uma turma de alunos de 7 a 8 anos de idade – enquanto trabalhava na cultura Inglesa em Manaus. Eu havia começado a trabalhar. Era na verdade meu primeiro emprego formal como professora de língua inglesa. Eu tinha quase 19 anos. Foi totalmente inusitado e improvisado.

A turma era pequena. Nesse dia foram apenas 5 alunos. Era um dia de muita chuva. Eu havia feito um plano de aula normal que deveria ser apresentado à coordenadora antes de entrar em aula, mesmo que não fosse dia de observação. Era só um jeito de nos ajudar a melhorar nosso plano. Tudo corria bem até que após o listening uma das atividades foi um fracasso total. Pequenos brilhantes de 7 e 8 anos desinteressados, bagunçando geral e sem ânimo para colaborar com meus planos. Desespero! Ainda bem que não era dia de observação!  O que fazer? Tive na hora um insight. Eram crianças, gostavam de brincar (apesar de eu já ter tentado as brincadeiras do meu plano). O que me restava fazer? Brincar ainda mais! Mas de quê? Com o quê? Foi então que eu decidi trazer um elefante para sala de aula. Sim! Um elefante.

Na atividade de listening que havíamos feito havia os sons de alguns animais, mas não havia o de um elefante. Além disso o que os alunos deveriam aprender nesse dia era ‘would you like to’ com a lição ‘would you like to come to the zoo with me?’. Acho que era isso. Foi por meio disso que o elefante me veio à mente assim tão repentinamente. Eu disse aos pequenos que tinha um elefante lá fora “There’s an elephant outside. Can you hear it?” e então abri a porta e fingi colocar um elefante para dentro com todas as dificuldades reais. Eles ficaram parados e com olhos sorridentes. Lembro-me como se fosse hoje. Não acreditavam que eu estava fazendo aquela besteira, imagino.

How was it? Let me tell!

Foi algo parecido com isso que a minha memória me permelephant-1427044143fsgitiu guardar e descrever aqui.

“Come in! Come in! Hey everyone, do you like my elephant? It is big and beautiful. Isn’t it? What color is it?”, this I asked and they started saying colors. “It is not white, nor black or green. It is pink”. They all exclaimed ‘pink, teacher!’ and laughed. “Yes! Pink! I have a pink elephant”. They laughed again. “Would you like to come and ride my elephant?” They did not understand. Then I pretended that I was riding a big fat elephant and they soon started saying “Me, teacher! Me!” I was shocked. They were finally paying attention to what I was saying and more, they were willing to participate. It was this way that I got them to come ride my elephant and invite others to come with them by saying “would you like to ride my elephant?” While others would say “yes, I would” and come also pretending they were riding a big fat elephant. It was funny and remarkable. I never forgot their enthusiasm and how naturally they were saying “would you like to ride my elephant? Yes, I would!”

Simulating technique – the pink elephant

O que tudo isso me ensinou? Acima de tudo esta experiência me ensinou a simular. Simular algo em sala de aula para ilustrar  uma história que se constrói no ato da fala. É criativo, é despojado, é imprevisível e acima de tudo significante na medida em que vira memória compartilhada. É uma técnica que vale a pena ser aprendida e usada por pais e professores. Não se trata de mentir e inventar história para os pequenos. Nossos pequenos sabem que se trata de algo imaginário e por isso mesmo entram na brincadeira.

O que eu faria se fosse hoje?

Well, faria tudo de novo (já fiz). Não o plano A, exatamente, a improvisação que deu certo. Dessa vez, porém, com preparo especial. E certamente torcendo para dar certo novamente. Como saber sem experimentar, não é? Incluiria pequenas atividades de follow-up mantendo o elephant e tudo que a imaginação deles (os pequenos) permitisse. E mais importante, lembrando sempre de que o principal sucesso dessa ideia foi o quebra-gelo e o envolvimento da turma – o que fez todo o resto fluir. Você pode fazer o download do plano aqui.

Atividades possíveis:

  • color the elephant your favorite color.
  • name your elephant. Share with classmates (mingle). Find similar names.
  • which other animal do you see in the classroom?
  • where is this [animal]?
  • there is a… on my desk.
  • would you like to bring another animal to class? Draw it and find a similar one in class.
  • draw and share where you see the elephant now.
  • what’s the elephant doing now? Tell your friend.
  • and so on depending o the lesson target.

E então? Quer trazer um convidado para sua próxima aula? Ou para seu próximo encontro com seus pequenos em casa? Por que não, né?

P.s: dedico este post especialmente a querida Kesa Leth (em memória) que durante um peer-observation nessa mesma turma ensinou-me a melhorar minhas instruções para os pequenos, coisa que nunca mais esqueci; e à Rina Barreiro que ao receber meus planos de aula sempre sabia como ativar meu pensamento crítico e senso de planejamento. Obrigada!

Como ler ou contar uma historinha em 12 passos

Público alvo: 0-6 anos

Contar historinha ou mesmo ler uma historinha para um grupo de pequenos pela primeira vez nunca é fácil. Em uma segunda língua então! Aliás, nada com eles é muito fácil se não estivermos minimamente preparados. E a verdade é que contação de história tem um efeito mágico com os pequenos. Eles costumam gostar muito e se envolvem de verdade. Então, não dá para deixar de fazer isso só porque não temos lá muito jeito ou porque não sabemos como fazer. Aqui vão algumas estratégias que costumam funcionar mesmo com os mais introvertidos. Certamente vai ajudar você sair de sua Zona de conforto com algum conforto. Depois é só se descobrir.

Vamos aos passos!

Público alvo: 0-6 anos

Contar historinha ou mesmo ler uma historinha para um grupo de pequenos pela primeira vez nunca é fácil. Em uma segunda língua então! Aliás, nada com eles é muito fácil se não estivermos minimamente preparados. E a verdade é que contação de história tem um efeito mágico com os pequenos. Eles costumam gostar muito e se envolvem de verdade. Então, não dá para deixar de fazer isso só porque não temos lá muito jeito ou porque não sabemos como fazer. Aqui vão algumas estratégias que costumam funcionar mesmo com os mais introvertidos. Certamente vai ajudar você sair de sua Zona de conforto com algum conforto. Depois é só se descobrir.

Vamos aos passos!

  1. Leia e releia a historinha para você mesmo em voz alta – Apenas para se acostumar com ela e com as nuances de sua voz.
  2. Sublinhe todas as palavras de movimento – palavras como andar, correr, pular, comer.
  3. Circule todas as palavras relacionadas aos nossos 5 sentidos – cheiro bom, fruta gostosa, pelo macio…
  4. Destaque as palavras que carregam emoção – chorar, sorrir, cantar, entristecer, gritar…
  5. Agora conte a historinha (com breves olhadelas no texto) para si mesmo fazendo a mímica das palavras sublinhadas e instigando os ouvintes com as palavras circuladas e destacadas. Teatralize e dê oportunidade para sua audiência fictícia teatralizar.
  6. Aumente e baixe a voz ao longo da história. Faça isso com os momentos das palavras destacadas.
  7. Sempre que fizer uma teatralização dê um tempo para os ouvintes anteciparem o que vem na história. Incite-os a isso. Se tiver imagem, deixe que eles vejam e digam o que pode vir.
  8. Sua expressão facial e tom de voz importam. Não grite, mas também não fale muito baixo.
  9. Sua postura e posição importam. Mantenha uma boa postura e posicione-se de modo que possa ser bem visto e ouvido.
  10. Interaja com os pequenos ao longo da contação, mas não a ponto de eles se perderem ou de virar uma bagunça. Faça perguntas relacionadas com a historinha que instiguem a curiosidade deles e a vontade de participar e prestar atenção.
  11. Ofereça algo para eles levarem sobre a historinha. Um craft, uma página para colorir…
  12. Sorria! Sua audiência é dura, mas é doce. A primeira vez é sempre um desafio, mas se você tentou já tem um diferencial. Quem sabe fará uma redescoberta de si mesmo.

Para além disso vale assistir videos de contação de história no youtube em sua língua alvo. Há muitos profissionais contadores de história por lá. Há os mais loucos, palhaços e os mais moderados. Porém todos eles conseguem com seus estilos manter a audiência atenta.

Veja o vídeo abaixo para começar com algumas técnicas para bebês.

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Ler faz bem: leitura na infância

‘Cria-se o gosto pela leitura não mandando ler, mas lendo’  

– Rubem Alves 

A leitura desde a primeira infância

‘Cria-se o gosto pela leitura não mandando ler, mas lendo’  

– Rubem Alves 

A leitura desde a primeira infância

O incentivo à leitura deve, ou pelo menos pode, acontecer desde muito cedo, desde quando os pais esperam o bebê que cresce e se desenvolve no ventre da mãe.

Tempo junto

Isso porque a leitura requer respeito a tempo, rotina, dedicação, curiosidade, envolvimento, amor e paciência. Em princípio o ato de ler deve ser feito de forma espontânea, porque se deseja ler e não porque se deve ler. Então, para os pais que não gostam de ler, mas que estão à espera de um bebê e desejam que ele usufrua do bom hábito da leitura, eu sugiro um pequeno esforço. Valerá a pena!

As exigências feitas pelo ato de ler (tempo, rotina, dedicação, curiosidade, envolvimento, amor e paciência) durante a gravidez, são também o início do exercício do ato diário de educar que todo pai e mãe amoroso deseja ser capaz de conseguir realizar. Educar como todos sabemos não é fácil e não é tarefa da escola apenas.

Educação através da leitura

Mas, porque a leitura? A leitura é um exercício passivo de educação. Quando quem lê é a mãe para o seu bebê no ventre, todo o processo de leitura poderá ser sentido pelo bebê. Toda a rotina da leitura será seguida. Desde o sentar, o respirar, o pausar, até o pensar. Isso porque o corpo reage a esse momento e o bebê vive aquilo juntamente com a mãe.

Se a mãe faz leitura silenciosa esse processo será silencioso para o bebê também e mesmo assim ele sentirá o estado da leitura. Se ela lê para o seu bebê em voz alta, ele sentirá a vibração de sua voz, dos sons das palavras, e acompanhará a leitura. Isso vale também para o pai. Mesmo que ele não o carregue em seu ventre, a voz do pai também emite vibrações que serão sentidas e reconhecidas pelo bebê.

A leitura é um ato lindo de reconhecimento e envolvimento familiar, além de todos os outros atos de amor a que os pais podem se dedicar.

Podemos fazer algo?

Quem vai ler pra mim? é um blog que sugere a leitura para pequenos, mas que em momento algum assume que a leitura seja única forma de se conectar com seus pequenos e ensinar-lhes algo. Certamente há muitas outras coisas que podemos fazer como jogos em família, brincadeiras em áreas livres, tempo junto… A matemática é simples: se podemos fazer algo de bom pelos nossos filhos, que o façamos! Vamos  às dicas.

#Rotina

Depois que o bebê nasce, a manutenção de uma rotina de leitura ajudará a criança a conectar todas aquelas sensações de leitura ao novo mundo que se abre para ela; e ajudará os pais no processo de educação e ensinamento para viver e sobreviver a este  mesmo mundo. Crianças precisam de rotina. Apesar de muitos acharem isso uma bobagem, o fato é que não é. Isso porque o corpo e a mente humana operam a partir de rotinas. É assim desde criança e até envelhecermos.

Estabelecer rotinas desde cedo é o primeiro ato de educação que fazemos com as crianças. É nossa primeira batalha no ato de educar para a vida. Aos poucos elas e seus corpos vão entendendo que existe hora de mamar, de acordar, de dormir, de ir ao banheiro, de brincar, de falar…  No início tudo é caos. Tudo é tudo a toda a hora e os pais seguem a rotina natural do bebê e sofrem todo o cansaço e exaustão até que consigam com que o bebê entenda a dinâmica das rotinas. Então com o tempo existirá hora de dormir, de acordar, de comer, de ir ao banheiro, de tomar banho, de brincar, de silenciar… Feito isso, outras e outras necessidades de rotinas aparecerão.

Os pais que fogem a essa regra de determinar rotina precisarão de muita sorte para não terem problemas mais tarde. Afinal filho é para a vida toda. É preciso disciplina porque o bebê é o grande mestre nisso tudo. Com a chegada de uma criança todos serão envolvidos em novos processos de aprendizado e de rotina. Ser pai e mãe é passar por tudo isso com alegria e amor no coração, mas não necessariamente sem dor.

O ato de ler para a criança ajuda no estabelecimento dessas rotinas. Pelo menos das rotinas mais abstratas como o silenciar, respirar, prestar atenção, questionar, parar por um tempo, pensar, dormir, sonhar… Essas rotinas livrarão crianças e pais da exposição exaustiva à televisão ou internet e permitirão uma interação mais significativa e afetiva uns com os outros.

A hora da leitura é a hora de uns para os outros. Desligue a televisão, o computador, abra o livro e faça disso uma rotina. Com o tempo, a criança perceberá essa rotina e entenderá o que deve vir antes, durante e depois dela.  Entenderá que silêncio não é algo estranho e perigoso.

Muitos pais optam por fazerem atividades pré leituras que seguirão a rotina, como tomar banho, jantar e então ir para a cama e fazer a leitura. Como atividades pós leitura geralmente (se a criança ainda está acordada) vem as perguntas e respostas e finalmente o beijinho de boa noite. O estabelecimento de horas é importante. Isso também deve ser feito rotineiramente. A leitura pode ser estabelecida para todas as noites antes de dormir, ou três vezes por semana, ou apenas uma vez ao mês, mas precisa se transformar em rotina. Lembre-se, crianças precisam de rotina.

Se os pais têm tempo com as crianças durante o dia, outras atividades ligadas à leitura podem ser feitas. A quebra da rotina pode e deve ser feita, evidentemente, mas sempre com um objetivo. Pode se tornar interessante e até atrativo para a criança saber que a rotina foi quebrada para que outra coisa, não rotineira acontecesse, como a visita a um familiar, um passeio, uma festinha, uma brincadeira, um deixa pra lá…

Livros, e-livros, jogos ou aplicativos?

Fica pra um próximo post. Mas, o que você acha?