Bingo game with pictures

Hi! I made this short game to be used in my lessons as a warmup or a leadin. It can also be used as a wrap up.

Video

I also shared it as a video in my channel in Youtube. It’s different there, because there are no answers in the video.

Have a look in the PPT!

Picture anticipation game to reactivate vocabulary in English.

Download this PPT here: bingo

 

Thank you for the visit.

Sue

Sobre dar aulas e aprender com elas

Suelen Viana

16 de abril de 2015

Sobre dar aulas e aprender com elas

  

Desde os 17 que dou aula. Aos 14, aliás, eu já dava aula, mas de violão, ajudando a galerinha a dominar os acordes nas aulas de música do Tony Medeiro e do Léo em Parintins. Isso só porque eu tinha dedos longos e conseguia com facilidade realizar todos os acordes. Esse momento serviu para eu descobrir um caminho; não o de tocar (embora eu ame), mas o de ensinar. Com o passar do tempo, além de ensinar eu descobri que alí havia uma imensa porta aberta para o educar. De repente eu já não conseguiria mais separar educação de ensino. 

Ando sempre na descoberta de um novo caminhar nesse sentido. Depois disso estreei em sala de aula, aos 17 anos, como prof de língua portuguesa e literatura e logo em seguida como prof de inglês. Com o tempo entreguei-me a linguistica nas universidades e às tecnologias da educação um pouco mais tarde também nas universidades, com aula na pós graduação. Há pouco mudei para o Rio de Janeiro e antes de vir para cá eu estava me dedicando ao Gente Limpa, um trabalho voluntário para educação ambiental e manejo de lixo. Enfim, sou professora desde que descobri o lápis, eu acho.

Porém, eu jamais me havia aventurado na educação infantil; ramo do qual eu me havia esquivado totalmente e voluntariamente. Por quê? Porque sempre tive medo de crianças. Elas sempre foram para mim aqueles seres fofinhos, mas assustadores. A minha primeira tentativa foi com uma turma de 6 anos na Cultura Inglesa, em Manaus, que resultou num desastre com crianças correndo e gritando “eu sou um monstro”. A segunda foi no Yazigi em Florianópolis, onde de certa forma tive mais sucesso com os pequenos que pareciam gostar de minhas aulas; no entanto, esses pequenos já tinham quase 9 anos. Preciso dizer aqui que Cultura Inglesa e Yazigi de Florianópolis foram os lugares que mais me deram oportunidade de amadurecer e viver o despertar de muitas descobertas na minha vida de professora. Descobertas iniciadas bem antes, é verdade, mas cujas práticas precisavam acontecer mais conscienciosamente e isso começou por alí. 

Voltando ao assunto, para minha surpresa e pânico, aqui no Rio de Janeiro eu me vi diante do inevitável: a sala de aula infantil. Infantil mesmo, de 3 a 5 anos. Claro que eu quis sair correndo depois do primeiro mês de aula e ainda quero às vezes, mas outra coisa mais forte tem acontecido. Eu tenho amado a descoberta das crianças, da Suelen professora de crianças e da educação infantil como um todo. Quando voltei para Manaus eu comecei a trabalhar no Icbeu, cujas portas me foram abertas com muita alegria por meus colegas de trabalho que conhecia desde tempos de Cultura Inglesa e que haviam se tornado queridos amigos. No Icbeu eu descobri mais do mesmo. Descobri a parte cultural do ensino de inglês e do ensino em geral. Descobri que uma galeria de arte e um bom audirorio reservam grandes oportunidades de encontros e saberes. Foi alí que descobri também o novo mundo das tecnologias educacionais o qual até hoje me encanta. Se fosse preciso criar um comparativo eu diria que a saudosa Cultura Inglesa e o dinâmico Yazigi de Floripa serviram de berço para minha boa formação na prática educacional da língua inglesa e que o ICBEU em Manaus e a Universidade Federal foram meu debut na fase adulta e mais madura dessa formação de práticas educacionais. 

Do ICBEU-Manaus segui para o Ibeu-Rio, onde ainda estou. E é aqui que uma nova descoberta acontece e algo muito importante se confirma: é só mesmo com um caminhar atento que se ganha a virtude de aprender com o caminho. O caminho se torna um personagem real em nossas vidas. Quase que dialoga com a gente.  Para qualquer profissional o caminho sempre oferecerá pedras e espinhos, mas também oferecerá flores, água e para os mais sortudos, sombra refrescante. Os bastidores, a agitação de políticas internas de um ambiente de trabalho, os relacionamentos, a nossa postura dianteira de tudo isso serão cruciais ou não para seguirmos caminhando. Não há aquele lugar perfeito para trabalhar, às vezes ganha-se bem, mas há o outro lado; outras vezes há um super ambiente profissional mas no final o salário não paga as contas… De tudo isso eu aprendi que é preciso ter uma balança precisa onde tudo deverá ser pesado: os condicionadores internos, os externos e o mais importante: o nosso trabalho (não o nosso emprego). O nosso trabalho no sentido de o que temos feito. Se temos levado a sério nossa conduta profissional, se a estamos respeitando, se estamos nos realizando e se estamos aprendendo com isso. Enfrentar caras feias, puxões de orelha, julgamentos injustos ou salários risórios, não devem ser o suficiente para desviar nosso bem fazer quando somos profissionais e sabemos e respeitamos quem somos. Nossa ira e vontade de mudar o sistema não devem interferir na nossa construção profissional. Isso eu tenho aprendido. Felizmente, onde quer que eu tenha realizado meu trabalho, eu tenho aprendido sempre. Aprendi a dar um passo atrás para dar sempre dois alegres passos à frente. Além disso, tive a imensa felicidade de encontrar pessoas incríveis em todos os lugares onde estive, pessoas que mesmo sem saberem me ensinaram muito.

Pois bem, do Ibeu-Rio eu não sei exatamente onde meu caminho, esse meu parceiro constante me levará, mas o caminhar é certo; e por hora eu quero exercitar a minha doce curiosidade epistemológica de mãos dadas com esses pequenos de 3 e 5 anos. Em pouco tempo eles me ensinaram mais sobre a nossa sociedade, sobre mim, sobre quem somos do que meus livros. É por aí que segue meu caminhar com o despertar de um novo olhar para um caminho que segue e segue e segue…

O caminho aliás é compulsório, ele se revelará sempre a nossa frente, com seus ramais e bifurcações que serão de nossa responsabilidade escolher; o caminhar porém é mais frágil que o caminho e é preciso ser forte e estar atento para que ele não siga apenas a trilha de algum outro caminhante. 

To be walked…

PÓS-GRADUAÇÃO: O QUE É E POR QUE FAZER?

Importante saber!

PIRARUCU

Penso que a melhor maneira de começar a falar sobre a pós-graduação é o início; e esse início não é a pós, é a própria graduação. No Brasil há muitas instituições de ensino superior: universidades, centros universitários, faculdades, escolas superiores etc. Podemos fazer uma diferenciação básica entre elas: a universidade tem obrigação de fazer um tripé clássico: ensino, pesquisa e extensão. Ensino todas elas fazem, é claro. É a atividade mais básica na formação dos profissionais (médicos, odontólogos, professores, engenheiros etc), entende-se por extensão atividades que levem de alguma forma, benefícios da atividade universitária para a comunidade não universitária – sobretudo. Podemos citar como exemplo, um programa esportivo para cadeirantes ou cursos livres de música e línguas estrangeiras. A pesquisa pode ser vista como as atividades que geram conhecimento, onde efetivamente se pesquisa sobre determinado assunto e pode-se chegar a resultados científicos para além dos que já circulam na sociedade…

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Professor perde tempo demais com bagunça

A revista EXAME trouxe dia 25 deste mês um pequeno artigo sobre o trabalho do professor em sala de aula e o tempo real investido em educação e ensino. Evidentemente, o objetivo do artigo não era esclarecer qualquer diferença entre educação e ensino e muito menos discorrer sobre um ou outro do ponto de vista pedagógico. O artigo trouxe números interessantes que mostram o quanto da sala de aula no Brasil é investido em questões disciplinares.

Leia O professor perde tempo demais com bagunça no Brasil

Ainda devem entrar nas contas administrativas o tempo que muitos de nós perdemos em reuniões prolongadas e sem foco em aspectos práticos e na produção em sala e nos resultados. Muitas reuniões se perdem entre o que não se sabe ao certo ser workshop, palestra, show de marketing pessoal, lutas de ego e bla bla bla.

Nas contas de tempo mal utilizado em sala de aula, a bagunça e desrespeito dos alunos com o profissional a sua frente é ainda maior porque TODOS julgam ser tarefa do professor educá-los (os indisciplinados) para que se comportem apropriadamente em situações diferentes, em suas inci(si)pentes competências sociais.

Parece-me que a sociedade com todas as suas profissões transferiram, não à escola exatamente, mas principalmente ao professor a tarefa de educar filhos deseducados em casa, nas ruas, no sistema.

À escola foi dado todo dever de ensinar, educar e amar incondicionalmente. Foi tirado todo poder disciplinar e orientador. Porque tudo ofende a subjetividade humana. Não cabem advertências e nem punições ( à maneira escolar, claro), porque nosso dever é educar. Daí eu me questiono sobre o conceito brasileiro de educação. Em fim …a banda segue

Eu sou professora, amo ensinar e educar, mas lamento imensamente que muitos alunos que sei que poderiam ser brilhantes se percam por conta simplesmente dessa falta de parceria da sociedade com o trabalho do professor e falta de compromisso com o educando. Inteligência ética e competências sociais, por formas simples e autenticamente caseiras se apreendem sim entre os seus, entre os nossos, em casa, nas pequenas células sociais. Em sala de aula, o tempo que o professor passar com os alunos pode ser suficiente para atingir alguns poucos com as principais questões sobre comportamento ético e disciplinar, mas a criança ou o educando aprende mesmo com o meio, principalmente quando este põe em xeque todo saber escolarizado e acadêmico.

É isso!

The art of learning

Putting yourself into the challenge of learning new things brings a sweet feeling of butterflies in your stomach. More than that, it teaches you a lot about you yourself and life. It opens your eyes to a whole new world of possibilities. In my case, the world of colors, shades, traces, emotions, landscapes, shapes, patience and abstraction… In love with painting! The art itself and not necessarily my paintings which are just a small part of this new endeavor. I will never again look at a painting on the wall the way I used to. In fact this has being so since my first step into this in 2005.

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Um lugar para ler e pensar

Um lugar para ler e pensar

Sinto falta de um espaço de leitura nos lugares onde vou. Não falo de uma biblioteca, mas de um espaço assim minimalista, com uma boa conexão wifi onde as pessoas que andam com seus livros no bolso ou que mantém suas bibliotecas digitais possam chegar, encontrar silêncio e conforto para, da forma como desejarem, ler e pensar. Sem livros, sem estantes, mas com poltronas, apoio para pés, mesinhas redondas, almofadas, tapetes fofos, redes e talvez com posters de livros, lista de links, guia de fóruns.. Ok! Algumas prateleiras para que possamos deixar livros lidos e acabados como doação, ou mensagens do coração. Um lugar com cafezinho na sala ao lado, com mesas grande redondas para uma leitura em grupo onde o silêncio pode ser quebrado.

Preciso disso aqui, alí, lá, acolá… já!

Postura correta, produtividade na certa!

Ainda se diz por aí que passamos a maior parte de nossos dias dormindo. Sem precisar recorrer a uma grande pesquisa feita por Harward, ou qualquer outra universidade, no entanto, podemos olhar ao redor e constatar que isso tem mudado. O número de nossas horas dormidas tem diminuido e os grandes concorrentes não são nossas horas de caminhada ou de práticas esportivas e de lazer. São as horas que passamos sentados. Olhe para você agora. Em que posição você se encontra? Não é sentado? Tudo bem. Se não é sentado, há algo que certamente se aplicará a todos nós; a mim que escrevo e a você que me lê. Você está de olho para uma tela. Seja no smartphone, no tablet, no pc, … Nós temos mantido boa parte de nosso tempo olhando para uma tela. Passamos horas de nossos dias dedicados a essa prática, a de olhar através da luz de uma tela.

Podemos fazer isso deitados ou ainda em pé, mas a verdade é que boa parte dessa prática moderna de olhar para um tela (grande ou minúscula) se faz sentado. Isso é um fato. Outro fato é que não costumamos cuidar de nossa postura enquanto fazemos isso e como resultado temos ao longo do tempo problemas de saúde que vem ganhando bons números nas estatísticas. Problemas na coluna que levam a uma vida limitada e improdutiva, de todas as formas.

No trabalho essa improdutividade é vista como uma certa incompetência ou preguiça. Muitos ganham fama de ‘adoentado’. Passar horas na frente do computador nos desliga até mesmo de nosso corpo e quando nos damos conta já não lembramos mais que somos de carne e osso. Enquanto estamos alí é como se estivéssemos literalmente nas núvens, só que sem o conforto a que a metáfora disso nos remete. Um postura incorreta nos traz de forma imediata as famosas queixas no trabalho que se estendem, claro, ao convívio do lar: as dores de cabeça, enxaquecas, dores na coluna, nos ombros, no rosto, nos joelhos, tonturas, náuseas, vista cansada e mente preguiçosa. Sem mencionar os gastos com médicos especialistas que não vão tratar da raiz do problema.

Em casa isso pode nos render desgaste nas relações familiares porque ninguém vai parar e considerar a possibilidade de as dores de cabeça e o cansaço crônicos se tratarem de dias mal sentados, ou mesmo de um bom e literal ‘mal olhado’. Digo, uma má postura para olhar nossas inseparáveis telas.

A longo prazo essa dedicação diária a posturas erradas ao sentar ou ao olhar para a tela de um computador ou de um dispositivo eletrônico nos traz as famosas hérnias de disco, as protusões cervicais, as cefaléias crônicas, problemas no nervo ciático, lordoses, escolioses, depressão e tristeza acarretados pelas consequências dessas moléstias que podem inclusive levar a uma demissão por falta e improdutividade.

Nas ecolas e nos escritórios passamos horas sentados ou lendo. Portanto, é bem importante que nas salas de aula e dos escritórios matenhamos nossa atenção à postura, afinal dor não é agradável a ninguém. Um simples alinhar do pescoço à coluna pode resultar em um final de dia menos cansativo porque com isso diminuímos a carga que nossos ombros carregam e que nossa coluna suporta ao longo de um dia. Outra simples medida é o sapato adequado e confortável que não irá sobrecarregar nossos pés e nossos nervos ligados à coluna.

Gerentes, administradores, coordenadores de escolas e professores devem além de cuidar de suas próprias posturas, promover educação postural em seus encontros para que isso reflita em seus ambientes de trabalho de forma positiva com menos pessoas doentes, menos queixas por problemas na coluna e mais produtividade.

Não que isso seja a solução para todos os nossos problemas, mas o fato é que isso é a solução para alguns problemas que nos trazem muitas dores e impaciência para realizar tarefas diversas, inclusive as que nos deveriam trazer prazer e alegria.

Abaixo estão algumas dicas importantes. Imprima e cole bem a sua frente e à vista de quem precisar desse lembrete.

1. Comece pelas pernas e pés. Além de alinhar as pernas é preciso ter um bom par de sapatos. Para as mulheres que não abrem mão dos saltos, eu sugiro que adotem uma sapatilha para usarem enquanto estiverem no trabalho. Hoje em dia é possível ser chique de sapatilhas, o mercado está cheio delas e para todos os gostos. Aos homens eu sugiro que liberem os pés dos sapados sempre que puderem para aliviar a pressão nos nervos dos pés.boa postura no trabalho

2. Alinhe o corpo inteiro. Se precisar programe um despertador para acorda-lo do transe da tela a cada meia hora para que você levante para fazer alongamentos e para que se sente novamente de forma alinhada. Aproveite para levantar e beber aquele necessário copo d’água. postura_trabalhopostura-ideal-em-frente-ao-computadorPosturaCorreta

3. Não esqueça de dar atenção especial à posição do pescoço. Uma boa dica é empurrar levemente o queixo para trás de forma que o pescoço se alinhe à coluna. Deixe o abdomem comprimido enquanto fizer isso. Faça isso pelo menos três vezes ao dia por um minuto.

Como sentar-se corretamente

4. Mesmo em momentos mais íntimos esse cuidado é possível e necessário. Atente! 🙂

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5. Mais uma vez lembre-se de fazer um bom alogamento. Depois de ir a um ortopedista e de ter exames de raio-x de sua coluna, visite um quiropraxista que esteja listado no site da associação brasileira de quiropraxia (deve haver um em sua cidade). A quiropraxia vai ajudá-lo a alinhar o que você não consegue alinhar sozinho. Além disso, o profissional fisioterapeuta pode ajudá-lo a manter os cuidados necessários com a coluna que já está traumatizada. Nunca deixe pessoas estalarem sua coluna que não um profissional.

Tenha um bom dia de trabalho, bons estudos, bom post, boa …

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Hora de levantar o olhar para fora da tela e alongar as pernas. Até logo!